O papo randômico de hoje é um pouco diferente, mas o início de uma série de conversas sobre um assunto que muita gente me pede para falar: carreira. Trabalho há 15 anos basicamente no mesmo universo – produzindo conteúdo de beleza, moda e lifestyle como jornalista e como blogueira -, uma carreira relativamente longa especialmente se pensarmos nas muitas mudanças que aconteceram na mídia nos últimos anos. Por isso, acredito que tenho muitas experiências que valem ser compartilhadas com quem pensa em trabalhar nesse meio, ou similares… E, para falar a verdade, servem até mesmo para quem trabalha em áreas totalmente diferentes.

Para começar essa série, queria falar sobre dois tópicos que acho fundamentais para conseguir consolidar uma carreira de sucesso: síndrome do impostor e valorizar experiências.

Vamos começar pela síndrome do impostor! Já me peguei em várias situações pensando coisas como “alguém deve ter errado”, “o que estou fazendo aqui?”, “não era para ser eu” e vivo fazendo um esforço consciente para entender que isso é uma bobagem. A gente tem que encontrar formas de dar uma trabalhada na autoestima para saber valorizar nossas histórias e carreiras. Se você está lá, é porque você fez por merecer. Mas ainda assim, vira e mexe penso isso, e aí começo a fazer uma autoanálise (risos) para organizar minhas ideias.

Sempre que vemos algum profissional que admiramos em alguma situação de destaque ou em um trabalho legal, pensamos que a pessoa está arrasando e totalmente no controle da situação. Mas às vezes, quando você tem a chance de conversar com essa pessoa, descobre que, na verdade, ela estava nervosa, insegura, morrendo de medo de fazer algo errado.

Precisamos conversar mais sobre esse assunto para ter sempre em mente que as pessoas que nos inspiram também têm essas ansiedades e inseguranças. E, provavelmente, tem alguém te observando achando que você está arrasando quando, na verdade, está suando frio. Acredito que ter essa consciência deixa tudo mais tranquilo – o bom e velho “não sou louca, não estou sozinha nesse barco”. Achei muito interessante ver esse assunto aparecendo na série de vídeos que fiz com a Beautybox entrevistando top executivas da beleza – vale a pena assistir, aqui, e ouvir as experiências delas!

É claro que pé no chão e humildade são muito importantes, mas precisamos aprender a valorizar nossos feitos e conquistas. E é pensando nisso que quero partir para o próximo tópico. Vejo muitas pessoas comentando como hoje em dia muita gente que está começando na carreira só quer fazer a parte legal do trabalho, e fica de bode quando precisa fazer algo mais mecânico ou trabalhoso ou menos glamouroso. E acho isso péssimo para a formação de novos profissionais – por muitas razões, uma bem óbvia sendo: não existe nenhum trabalho que só tenha lado bom, tarefas que você vai amar. Apenas aceite e tire proveito de tudo que tiver que fazer.

É super importante ralar um pouco e aprender com essas tarefas que podem até parecer inúteis, mas hiper ajudam na sua evolução. Não importa se você é ágil, talentoso e cheio de disposição. Sua idade ou a fase que está em sua carreira também não importam muito, aliás. Você não pode chegar em um trabalho novo achando que já sabe tudo, ou querendo só fazer a parte boa.

O conselho que eu dou é que não existe trabalho em vão. Mesmo que você esteja fazendo a tarefa mais insuportável da Terra, enxergue como uma experiência válida que pode te ajudar a desenvolver habilidades que você jamais imaginou precisar, mas podem ser necessárias lá na frente. Ou mude sua lente e tente encontrar um jeito de tirar proveito disso, use sua criatividade – às vezes vai ser num relacionamento que você pode estabelecer, ou viver algo que depois será história para contar. É válido!

No meu primeiro estágio, no site Chic da Gloria Kalil, lá nos idos de 2005, várias vezes minha chefe Alexandra Farah, que era a editora do site, me chamava às seis da tarde de sexta-feira para organizar catálogos. É aquele horário básico “sextou”, todo mundo louco para ir embora começar o final de semana, e eu a princípio poderia ficar de mau humor, mas adorava esse momento. Era uma oportunidade que eu tinha de ficar sozinha com a minha chefona, trocar ideia, ver como ela trabalhava… Aprendia coisas que a faculdade não ensina, só mesmo a experiência. E bagagem não é algo que brota do dia para a noite – você precisa viver. A sexta feira podia esperar um pouco para começar!

No fim das contas é preciso ter uma mistura dessas duas coisas: saber valorizar sua história e acreditar que você é capaz de assumir aquela super responsabilidade que te deram, mas também ter a humildade de reconhecer que ninguém sabe tudo, nem mesmo você. Os dois maiores exemplos disso são a própria Gloria Kalil e a Costanza Pascolato. Elas são os dois dos maiores nomes da moda no Brasil há décadas e seguem interessadas, estudando, aprendendo e buscando novas habilidades. Achar que sabe tudo é um problema. Ninguém sabe e, mesmo que saiba, o mundo muda e você precisa aprender de novo.

Gostaram desse assunto carreira? Querem mais vídeos e textos sobre isso? Deixem sugestões de temas!

Assim como acontece com os restaurantes (post aqui), é praticamente impossível fazer uma lista fixa de bares e pubs favoritos em Londres, já que tem sempre tanta coisa nova acontecendo. MAS, é fato que tenho meus queridinhos, que continuo frequentando e gostando mesmo depois de quase seis anos morando na cidade. E que recomendo sempre que me pedem dicas! 

Vocês podem imaginar que o mesmo fenômeno dos restaurantes também acomete os bares: nenhuma cidade no mundo é tão plural quando Londres, com opções que podem ir do master ultra chique / posh (nível dá para ir de roupa de gala e ninguém vai achar estranho) ao hiper hipster descolado “podrinho”. Via de regra, o bairro onde fica o estabelecimento dita o estilo, e é bom levar isso em consideração na hora de pensar na vibe do programa que você quer fazer (e também em qual roupa usar) — vejam nesse post aqui um roteiro básico explicando um pouco dos bairros.

Vou dividir a lista entre bares e pubs, porque são dois universos completamente diferentes. Nos bares temos um foco maior em coquetéis, tem vários bares incríveis em hotéis, e também para ouvir música. Já os pubs são algo tão particular e absolutamente inglês que é até difícil explicar, mas diria que tem uma pegada mais casual, mais “vamos encontrar a qualquer hora por qualquer motivo e tomar um pint”, uma versão inglesa do boteco, se tiver que definir!

A lista não está em ordem de favoritos, é randômico!

BARES

. Scarfes: Bar do Rosewood Hotel, tem um jazz ao vivo ótimo em alguns dias da semana e ótimos drinks. Eu adoro esse hotel, que é bem poderoso, mas fica numa região um pouco diferente da maioria dos hotéis mais posh de Londres, em Holborn.

. Ronnie Scott’s: A grande instituição de Londres para ouvir jazz ao vivo, é mais como uma mini casa de show do que um bar propriamente dito, e to-do mundo que importa já tocou aqui, de Ella Fitzgerald a Chet Baker. Sempre tem shows ótimos, e como é um ambiente intimista a experiência é demais. Depois do show principal (que sempre esgota super rápido), eles fazem um Late Show que é mais fácil de conseguir entrar de última hora e sempre tem novos talentos. Fica no coração do Soho, bairro onde a animação é sempre garantida.

. Chiltern Firehouse: Já falei dele no post de hotéis em Londres e restaurantes eternos favoritos, e não poderia deixar de incluir nesse post também, porque é um dos melhores bares da cidade, com só um probleminha: é chatíssimo de entrar. Mas vale tentar, é lindo demais, a música é ótima e é um dos lugares mais exclusivos da cidade, onde as celebridades amam ir.

. Bar do The Lanesborough Hotel: Chiquérrimo, formal e mais quieto, perfeito para tomar um drink antes de um jantar mais arrumado. Daqueles lugares com bastante história, com direito a uma porta que só é aberta para a Rainha. Coisas de Londres!

. Donovan: Para quem aprecia a arte da coquetelaria, é parada obrigatória, sempre ganha prêmios de melhor bar de Londres. 

. Dukes Bar: Se você é fã de James Bond, tem que incluir esse bar na lista. Era frequentado por Ian Flemming, o “pai” do 007, e foi de onde ele tirou o apreço de Bond por Martini. 

. Meraki: Aberto há alguns meses, faz o estilo pequenino e meio secreto, inclusive com umas caverninhas ótimas para sentar com um grupo maior — dá até para colocar sua própria música. Tem ótimos drinks, mas eu confesso amo mesmo é a cerveja grega que eles têm lá! Se estiver com fome vale pedir petiscos direto do restaurante grego que fica em cima e é ótimo.

. Mr Foggs: Tem algumas unidades pela cidade — em Mayfair, no Soho, em Fitzrovia… — cada um com um tema diferente e decoração super legal, bem vibes Londres, mas com senso de humor. Os drinks são bem famosos, mas alguns tem vibe mais pub e alguns mais bar.

. Mews of Mayfair: É um cantinho bem fofo e escondido em Mayfair com vários bares e restaurantes simpáticos.

. Bares dos hotéis Hoxton: Tem o Hoxton de Shoreditch e o de Holborn, ambos super descolados, ficam bem animadinhos!

. Mare Street Market: relativamente novo, esse lugar em East London é tipo um mini mercado com alguns restaurantes diferentes, mas pega mesmo para drinks e fica super animado. Total “descolândia” e muito bonitinho também.  

. Ham Yard: Parte da rede Firmdale, conhecida pela decoração super caprichada e charmosa de seus hotéis, o Ham Yard fica numa ruazinha escondida no Soho e tem um bar bem animadinho e agradável (e lindo!). Também é uma boa pedida para chá da tarde.

. ECC: Sigla de Experimental Cocktail Club, é um bar estilo speakeasy em Chinatown, no Soho, daqueles que você mal encontra a entrada. Mas vale procurar bem, porque os drinks são ótimos e o ambiente é bem legal.

. Franks Cafe: Bar com cara de biergarten que só abre no verão, fica no último andar de um estacionamento convertido em bar em Brixton, o novo point hipster de Londres. Ao ar livre, vista incrível da cidade, fica um puro agito descolado.

. Duck & Waffle e Sushi Samba na City: Falando em vista, estou sentindo falta de mais lugares com vista aqui nessa lista. Confesso que faz bastante tempo que não vou nesses dois, que são restaurante e bar e ficam no mesmo prédio na City, mas para ver Londres de cima são uma boa opção.

. Sky Garden e Oblyx no The Shard: Outros dois com vista incrível, mas que não vou há bastante tempo para saber se ainda são legais.

PUBS

Para falar a verdade, os pubs não são tão diferentes entre si, o que mais muda é a vibe do bairro onde ele está e consequentemente as pessoas que frequentam. Alguns são mais animados, outros mais quietos, alguns são mais turísticos (normalmente os das ruas grandes ou perto de estações de metro), alguns mais locais (nas ruas menos fora do caminho).

Tem tanto pub em Londres que minha dica é na verdade entrar no que chamar sua atenção, no que estiver no seu caminho, e explorar vários diferentes fazendo um bom pub crawl. O melhor pub, no fim das contas, é o seu local, ou o que você sabe que vai acabar encontrando amigos ou conhecidos. Ou, claro, o que tem sua cerveja favorita! 

Dito isso, aqui alguns que gosto muito e acabo indo com frequência, ou nem tanta, por não serem tão perto de casa, mas que adoro mesmo assim!

. The Grenadier: Super histórico, fica atrás de Buckigham Palace, é pequenino e bem charmoso, mas mais do tipo calmo.  

. The Phene: escondidinho numa rua em Chelsea, é bem local e tem um terraço mara para dias de sol.

. The Orange: fica em uma pracinha charmosa em Belgravia, área bem fofa para passear.

. Pub in the Park: Esse já é bem diferente do resto, porque fica literalmente dentro do parque London Fields, então bomba no verão com um terraço bem grande. Mas dentro tem cara de pub, várias cevejas e etc.

. The Albion: Conheci em uma press trip da Jo Malone em Londres e amei. Fica em Islington, em East London, que não é tão perto para mim, mas é super vibes. E também ótimo no inverno — alguns pubs são bem mais legais no verão, mas esse é versátil.

. The Holy Bush: uma pérola em Hampstead, outro bairro que eu amo de paixão e não é tão conhecido pelos turistas. Parece que você está numa cidadezinha de interior!

. The Engineer: Fica em Primrose Hill, perto de Hampstead, e um dos melhores lugares para ver o pôr do sol na cidade. Vale passar lá antes ou depois desse programa.

. The Westbourne: Fica em Notting Hill e tem uma área externa bem boa, bomba no verão.

. The Windsor Castle: Existem alguns pubs com esse nome em Londres, mas gosto desse em Notting Hill porque tem um jardim meio secreto no fundo, ótimo no verão, mas a parte de dentro também é gostosa e aconchegante no inverno.

. The Duke’s Head: Fica em Putney, bairro no Sul de Londres, bem na beira do rio Tâmisa, uma delícia para dias de verão e sol.

. The Founder’s Arms: Outro que fica perto do rio, mas coladinho no museu Tate Modern. É um passeio bem legal fazer o museu, as redondezas (Borough Market, Bermondsey, mais nesse post aqui), e terminar nesse pub para ver o fim de tarde.  

The Roebuck: Pub super simpático em Hampstead, decoração linda bem com cara de Inglaterra / pub, mas parece bem novinho.

Recebi uma sugestão de vídeo maravilhosa da leitora Shana Eloisa, que perguntou como me organizo para conseguir fazer tantas coisas na minha semana – trabalho, rotina de cuidados pessoais, eventos, dar atenção para o marido, sair com as amigas, produzir conteúdos para o Dia de Beauté… Amei essa pergunta, porque é um assunto que eu penso sobre o tempo inteiro e, sinceramente, não sei se tenho alguma resposta hahah, porque sou um pouco exigente e sinto que nunca estou realmente organizada ou fazendo tudo que deveria.

Mas é claro que tenho alguns métodos e certas coisas que faço para ao menos tentar organizar a vida, otimizar o tempo, e até não ficar maluca com tantos estímulos da vida moderna! Então resolvi compartilhar com a intenção de que sejam úteis para vocês também.

Diria que minha rotina é tão “hiper frenética” porque tenho uma vida dupla em vários sentidos. Para começar, moro em Londres, mas uma parte considerável do meu trabalho acontece no Brasil – a equipe que trabalha comigo no Dia de Beauté, meu time comercial e a maior parte do meu público estão no Brasil. Então além das viagens frequentes para o País, também estou constantemente conectada em dois continentes ;) com emoção risos.

Em Londres tenho meu marido e compromissos como influenciadora com as marcas do UK, e muitas viagens (de trabalho e a lazer), pois é muito mais fácil transitar pelo mundo estando pertinho de tudo. Tenho também meu lado jornalista, com meu cargo na Glamour que inclui, além de uma coluna mensal, coberturas de Fashion Weeks e outras coisinhas.

Só para citar algumas das coisas que faço, ufa! No vídeo acima, falo mais sobre isso tudo e apresento algumas soluções que vem funcionando para mim para conciliar tantos compromissos sem ficar (tão) louca. Depois me contem o que acharam e se têm algum truque de organização que mega ajuda vocês que poderia ser útil para mim também ;)

Vic Usa:
Esmalte Gatinha
Piercings fake Victoria Sayeg / Astley Clarke / By Camila Carril / Rosie Fortescue Jewelry Top Zara

Nos meus quase seis anos morando em Londres, já pude conhecer inúmeros restaurantes incríveis. É difícil DEMAIS, numa cidade tão vibrante, enorme e cheia de opções como Londres, fazer lista de favoritos — por isso que esse post demorou tanto a sair —, mas já era mais que hora de eu compartilhar com vocês meus eternos favoritos. Aqueles lugares que não ficam velhos, que sempre vou amar, e que sempre vou indicar para amigos que me pedem dicas, sendo essa a primeira ou vigésima viagem deles para a cidade. 

Antes de começar, é importante frisar que Londres é um mundo hiper plural, onde você pode encontrar lugares mega chiques (se chegar de traje de gala ninguém vai nem estranhar), lugares mega hipsters descolado “podrinhos” e tudo que está entre esses dois extremos. É uma das coisas que mais amo na cidade, esse leque de opções, mas vale sempre entender qual a vibe do lugar (até para decidir a roupa, Londres tem restaurantes bem formais onde não se pode usar jeans ou precisa de paletó para homens, por exemplo) — e normalmente o bairro onde está o restaurante dita o estilo. Nesse post aqui tem um roteirinho dos bairros onde falo mais sobre a vibe de cada um. 

. Cecconi’s: Italiano sempre maravilhoso, provavelmente o restaurante que mais já fui em Londres, porque é “total flex” como gosto de falar: bom no café da manhã, no almoço e no jantar, bom para fazer date night com o marido, para ir em família, para ir com amigos. Ainda tem uma ENORME vantagem: fica aberto até tarde para os padrões de Londres!

. The Wolseley: Uma verdadeira instituição londrina, esse belo restaurante também é total flex — café da manhã, almoço, jantar, chá da tarde… tudo é bom aqui! E o lugar é lin-do. Must go.

. Scott’s: Seguindo nas instituições, esse restaurante em Mayfair é mega famoso por seus peixes e frutos do mar. Amo.

. La Petite Maison: Uma delícia para almoços longos com amigos, adoro a comida com influência francesa num esquema para compartilhar.

. 34 Mayfair: É do mesmo dono do The Wolseley, um grupo que tem vários restaurantes ótimos. Lugar bem bacanudo e famoso pelas carnes (e pelos clientes famosos como Kate Moss e Tracey Emin).

. The Ivy: Sim, mais uma instituição de Londres! Hoje em dia tem vários espalhados pela cidade, mas os que eu mais amo são o original do Soho (boa opção para jantar antes de ir ao teatro) e o Ivy Chelsea Garden na Kings Road, que tem um jardim lindíssimo.

. Chiltern Firehouse: Hotel e restaurante do mesmo dono do icônico Chateau Marmont em Los Angeles, virou hit imediato assim que foi inaugurado há alguns anos. O restaurante tem um cardápio interessante e não óbvio, e se estiver dia bonito vale sentar no terraço que é uma delícia. O bar é maravilhoso, mas bem chato de entrar — falei dele no post de bares em Londres que entra em breve.

. Isabel e Casa Cruz: Do mesmo dono do restaurante Casa Cruz em Buenos Aires, os dois são relativamente novos, mas de cara viraram badalados e super queridinhos porque tem um mix de ambiente lin-do, comida ótima em estilo compartilhar e com pegada argentina, e são animadinhos. O Casa Cruz fica em Holland Park, um bairro mais residencial, e o Isabel fica em Mayfair e tem uma parte embaixo que no fim de semana vira baladinha e um dos banheiros mais instagramáveis de Londres.

. Sketch: Falando em ambientes instagramáveis… O Sketch foi pioneiro nisso, quando nem existia Instagram, mas a sala toda rosa millenial decorada por India Mahdavi é um TOTAL hit, bem como o banheiro com casulos que parecem ovos gigantes ou naves espaciais. O cardápio é estilo inglês.

. Berners Tavern: O restaurante do hotel The Edition é mais um que ganha mil pontos pelo ambiente deuso, com pé direito alto e montes de quadros pendurados na parede. O café da manhã é uma delícia e o cardápio para almoço e jantar tem uma pegada mais inglesa.

. Rules: Falei de muitos lugares tradicionais, mas é impossível bater o Rules: simplesmente o restaurante mais antigo de Londres, aberto ininterruptamente há 221 anos. Não tem experiência mais “Londres raiz” do que almoçar ou jantar lá.

. Cut 45 Park Lane: Se você quiser comer uma carne espetacular e não tiver restrição de budget, esse é o lugar. Do chef americano Wolfgang Puck, famoso por ser o melhor no assunto. 

. Le Boudin Blanc: Um francês bem delicinha que fica numa área fofa de Mayfair cheia de restaurantes onde só passa pedestre. Quando me dá desejo de comer comida francesa tradicional, é lá que eu vou…

. La Poule au Pot: Ou vou nesse! Fica em Belgravia, um bairro muito fofo, tem uma decoração super aconchegante, meio caseira, e comida maravilhosa. 

. Scalini: Tenho alguns italianos favoritos em Londres, e esse é um deles. Nunca é ruim, sempre é agitado, adoro.

. C London: Para quem é fã do Cipriani, alerta: por problemas de registro de marca (nunca entendi a confusão), em Londres não podem usar o nome, mas o C London, pertinho do Claridge’s, é o Cipriani local! Italiano impossível de errar.

. Osteria Basilico: Em busca de um italiano mais casual, mas que tem seu charme? Adoro esse, que fica em uma esquina em Notting Hill e é bem gostoso.

. Bob Bob Ricard: Gosto para ocasiões especiais, porque a decoração é incrível, bem art deco, com direito ao famoso botão “press for champagne” em todas as mesas.

. Zuma: Japonês ótimo e bem famoso, mais perua. Sou louca pelo tartar de atum e salmão que eles fazem.

. Roka: É o japonês filhote do Zuma, mais casual, e também conhecido por suas opções de robata, os grelhados no estilo japonês.

. Polpo: Esse restaurante bombou em Londres e hoje em dia tem várias unidades, mas continua uma ótima pedida. No estilo tapas italianos para compartilhar, come-se muito bem e é mais casual.

. Granger & Co: Outro que tem várias unidades, mas é ótima pedida — do celebrado chef australiano Bill Granger, o original de Notting Hill bomba no café da manhã (tipo fila na porta) e também é bem gostoso para almoçar. Todos são bonitinhos e mais casuais.

. Barrafina: Se quiser comer tapas deliciosos, o Barrafina é sucesso garantido. Está sempre cheio e funciona no esquema só balcão (então não recomendo para grupos grandes).

. Fischer’s: Quando quero comer schnitzel, o frango à milanesa que é o prato mais tradicional da Áustria, corro para cá. Essa brasserie de estilo vienense também é dos mesmos donos do The Wolseley e fica em Marylebone numa área onde adoro passear.

. Clarette: Uma gracinha esse restaurante que também fica em Marylebone, e tem um cardápio de tapas franceses para comer no estilo compartilhado. Trunfo incrível é a carta de vinhos — a dona é da família que produz o famoso Chateau Margaux, então ela tem acesso a rótulos incríveis que você não encontra em qualquer canto.

. Chicken Shop: Ultra casual, serve apenas frango assado (aquele de televisão, super infância) com alguns acompanhamentos (sou louca pelo milho). Adoro almoçar aqui quando quero algo simples e com preço bom, tem em Holborn, St John’s Wood e alguns outros lugares, sendo que alguns deles são junto com outro restaurante da rede especializado em hambúrguer, o Dirty Burger.

. Honest Burger e Patty and Bun: Quando mudei para Londres achava difícil encontrar um lugar para comer hambúrguer no estilo americano, mas hoje em dia esse problema não existe mais. Para mim, os melhores lugares de hambúrguer em Londres são esses dois — hiper casuais, algumas unidades espalhadas pela cidade, deliciosos.

. The Ned: Um complexo de hotel e members club com vários restaurantes no térreo, é um lugar super legal de conhecer. Fica na City, o centro financeiro de Londres, onde já funcionou a sede de um banco. O lugar é lindo, fica bem animado fim de tarde / à noite, e tem várias opções de restaurantes num mesmo ambiente.

* Vou atualizar este post de tempos em tempos com novos lugares para ficar sempre atual.

Amo e admiro Londres por diversos motivos, mas um dos principais é sua absoluta pluralidade, infinitas opções, mistura de estilos, uma cidade onde você realmente pode ter experiências completamente diferentes só de “viajar” de um bairro para outro. Então achei que valia fazer um pequeno roteiro para se situar entre seus muitos bairros legais de explorar, antes de começar com meus (vários) posts de dicas da cidade – aguardem restaurantes favoritos & bares e pubs favoritos entrando em seguida!

Londres é uma cidade gigante e que nunca estaciona, há sempre um novo bairro para se descobrir, uma área da cidade que é revitalizada por conta de uma nova atração, enfim, parece mil cidades em uma! Nesse leque, há bairros bem diferentes entre si, e eu acho legal entender essas diferentes vibes na hora de escolher o que você quer explorar, ou até de pensar no look. Porque é um fato: dá para se vestir do jeito que você quiser em Londres, mas um traje de gala em East London ou jeans rasgado e tênis para jantar em um restaurante badalado de Mayfair às vezes não dá match (seria mais o contrário!)

Mayfair, Chelsea, South Kensington, Knighstbridge costumam ser mais arrumadinhos, East London é mais descolado (Shoreditch, Hackney, Islington, Angel), bem como Camden e Brixton. Já Soho, Covent Garden e Notting Hill são mais neutros. Só para citar alguns dos muitos bairros de Londres. Abaixo falo um pouquinho mais sobre eles, e em breve aqui no Além da Beauté vou compartilhar também um resuminho de dicas de passeios em Londres focado nos bairros, porque cada um deles é uma atração à parte!

Soho: o tempo passa, mas o Soho londrino segue agitado, cheio de bares, restaurantes, teatros, lugares alternativos, atrações LGBT+… É mais turístico porque é muito famoso, mas se você quer diversão e não sabe onde ir, aqui não tem erro. Estilo neutro vale tudo. Sempre brinco com meu marido que se estamos achando Londres meio quieta, só ir pro Soho para reencontrar a bagunça haha.

Covent Garden: colado no Soho, também tem muitas opções de bares e restaurantes e, por ser mais turístico, também tem um estilo vale tudo. 

Holborn e Clerkenwell: são bairros perto do Soho, mas que deram uma bombada mais recentemente – então você acha muita coisa legal, mas mais novo e, portanto, mais descolado. Porque em Londres é meio assim: os modernos e os jovens vão sempre migrando para os lugares mais novos!

Kings Cross: era um bairro sem grandes atrações, mas depois da MEGA revitalização e construção do Coal Drops Yard e muitos prédios e espaços de loja, mudou total. A famosa escola de moda Central Saint Martins realocou pra cá um tempo atrás e ninguém entendeu nada, mas agora faz sentido, a área está demais. O canal é um bônus especial, com alguns pubs e restaurantes na beira, super vibes.

Mayfair: movendo para um bairro bem mais posh, o termo que eles usam para o que melhor defino como: perua. São os restaurantes mais bling, se estiver afim de se arrumar é um dos melhores lugares. Tem também as lojas mais chiques ao longo da Bond Street, e alguns dos lugares mais tradicionais de Londres estão aqui. Então não é só bling, é uma coisa mais “chiqueza inglesa”.

Knightsbridge: bairro muito famoso por ser o lar de dois dos melhores museus – Victoria & Albert e Natural History – e também onde fica a Harrods. Logo embaixo do Hyde Park, aqui é uma chiqueza mais internacional, muito popular entre os árabes. Tem ótimos restaurantes e também lojas mara, e o estilo é mais arrumadinho.

Chelsea e South Kensington: onde fica a icônica Kings Road, que era o point dos jovens rebeldes dos anos 60. Hoje também ficou mais arrumadinho, são bairros fofos demais e com pegada residencial, mas com comércio.

Belgravia e Pimlico: vizinhos de Chelsea / Knightsbridge, mas menos conhecidos, tem coisas fofíssimas para explorar, tipo a Elizabeth Street.

Notting Hill: esse não precisa de muita apresentação né, costuma estar na lista de todos os turistas londrinos por causa do filme e do mercado de rua Portobello Market. Com certeza um lugar imperdível para visitar, diria que de vibe bem neutra em termos de estilo também. 

Marylebone: um bairro que não é tão conhecido, foi ficando mais com o tempo, daqueles bairros “entre bairros mais famosos” que não eram tão explorados, mas é super legal. Ficou mais famosinho depois que o hotel Chiltern Firehouse abriu ali, e tem uma High Street (a rua principal dos bairros, onde tem comércio, restaurantes, cafés etc) foférrima e cheia de lojinhas legais. Fica colado em Mayfair, mas é bem menos “esnobe”.

Hampstead: uma joia na cidade, não tão central, mas longe de ser distante, e parece que você chegou num vilarejo do interior. Tenho o maior apego por essa área! É mais família, tem mais ingleses, super vale o passeio.

Shoreditch: agora entrando nos bairros mais descolados, Shoreditch foi o primeiro point de East London que entrou na rota do turismo há uns 10 anos atrás – mais ou menos na vibe do Meatpacking District de Nova York há mais tempo, que era uma área mais suja e sem muitas atrações, porém bem mais acessível que o centro de Londres, e aí atraiu a comunidade criativa que renovou totalmente as redondezas. Hoje Shoreditch já é considerado turístico, já ficou bem mais caro e muita gente mais jovem já não está por lá, mas é demais para passear! Alguns pontos bem famosos são o Old Spitafields Market e a Brick Lane.

Islington / Hackney / Bethnal Green / Dalston: parte do “rolê” East London, são os points onde tudo de mais novo e descolado acontece – justamente por conta desse movimento do pessoal criativo. São bairros menos “Londres cidade perfeita fofinha limpinha”, mas justamente o que torna a cidade TÃO incrível e rica e diversa!! Fundamental incluir pelo menos um dia ou tarde / noite para passear pelo East numa viagem para Londres.

Camden: era o mais descolado antes do East bombar, ainda tem bastante coisa legal, mas acabou ficando mais turístico!

Brixton: também na seção descolada, mas fica no sul de Londres. É onde os jovens vão para sair, e tem muitos locais também. Coisas bem legais para descobrir, mas é do tipo que precisa de uma pesquisa prévia para saber onde ir!

Bermondsey: também fica para baixo do Rio Tâmisa, mas uma região bem mais conhecida por ser o endereço do museu Tate Modern e do Borough Market, mercado de comida que é super legal. Mas vejo muita gente que vai lá e não explora a parte de trás, que é a simpática ruazinha Bermondsey Street. Tem bastante gente das artes por aqui, e também bastante locais!

BOM, por hora é isso. Com certeza deixei lugares de fora, porque como falei Londres é enoooorme e um post completo nunca vai existir. Mas espero que ajude a dar o clima e preparar vocês para os conteúdos de Londres que entrarão a seguir!

Sou totalmente apaixonada por Lisboa, e já era hora de compartilhar meu roteiro com bairros, passeios, restaurantes, bares, lojas e etc favoritos da cidade. A capital de Portugal tem tantas qualidades que fica difícil resumir em uma frase, então vou tentar em um parágrafo:

Tem muuuita história (interessante para qualquer um, mas em especial para nós brasileiros), tem os azulejos mais absurdos espalhados por todo canto (apenas tente não tirar fotos a cada esquina), tem aquele charme de cidade que passou por uma crise e conseguiu sair bem dela, com uma cabeça aberta e vários lugares descolados, tem pessoas fofas demais (o que dizer dos Portugueses!), tem um mix excelente de antigo e moderno, tradicional e jovem, tem preço camarada no geral, considerando as outras capitais europeias, e tem comida e bebida di-vi-nos. Ah, e tem quase 300 dias de sol por ano, o que não é grandes coisas para os brasileiros, mas para os europeus é uma bela atração. 

Por essas e outras, Lisboa é um dos destinos mais cobiçados do momento, e como tenho a sorte de visitar a cidade com frequência, já pude juntar alguns bons conhecimentos locais, que vivo compartilhando com amigos que vão para lá, e que vocês podem ler a seguir — vou logo avisando que, fervilhante como é, Lisboa tem sempre muita coisa nova para descobrir, então use esse roteiro como base e fique esperta para captar as novidades!

Aviso também que este post não pretende ser um roteiro master-mega-completo do turismo lisboeta, não inclui alguns dos pontos turísticos básicos, por exemplo, mas esses são fáceis de descobrir né! Ele é mesmo um roteiro mais geral com mix de coisas que gosto de fazer quando estou por lá. 

AH, muito importante: nem pense em levar mil saltos para Lisboa — é uma cidade deliciosa para se descobrir a pé, e com tantas subidas e descidas e um chão de pedra super escorregadio, é quase missão impossível ficar andando de salto por lá. Aproveite que looks com tênis estão super em alta e aposte neles para fazer turismo e em flats bonitinhas para sair à noite.

Os bairros

Eu gosto de descobrir cidades focando em bairros, assim você organiza melhor o dia e otimiza seu tempo — então sempre anoto os vários lugares que quero conhecer na cidade e jogo tudo no Google Maps ou até num mapa de papel #oldschool para fazer o roteiro. Meus bairros favoritos para bater perna e se perder em Lisboa são: Chiado, Bairro Alto e Príncipe Real.

Também gostei de conhecer Alfama, e um pouco mais afastado tem Belém e Cascais (que já são considerados outras cidades, mas para os parâmetros de uma paulistana morando em Londres são perto demais de Lisboa para isso haha). Minha mãe, que passa bastante tempo em Lisboa e é a melhor guia, também recomenda passear pelos bairros Estrela, Lapa e Santos.

Passeios que recomendo

. Palácio dos Marqueses de Fronteira: Lugar deslumbrante! Foi construído em 1671 e sua arquitetura é cheia de detalhes maravilhosos. 

. Palácio de Queluz: Bem histórico, é mega interessante para saber mais sobre a história de Portugal (e consequentemente sobre a nossa). É um dos últimos prédios de Lisboa que seguiram o estilo rococó, super lindo.

. Castelo de São Jorge: Imperdível subir no castelo para ver as ruínas e a vista lá de cima.

. Museu do Azulejo: Confesso que ainda não fui, mas minha mãe fala que é imperdível então tomem nota e visitem. Sou obcecada pelos azulejos de Portugal, então imagino que seja mesmo incrível e já está no topo da minha lista para minha próxima ida a Lisboa.

. Monastério dos Jeronimos: é um dos pontos turísticos mais famosos de Lisboa, e vale a pena entrar para conhecer — bastante história e o lugar é lindo.

. Museu Nacional dos Coches: Siga ali pertinho para esse museu que abriga as carruagens antigas da realeza portuguesa, interessantíssimo.

. Museu Maat: Mistura arte, arquitetura e tecnologia, mas gosto mesmo é do prédio em si e de ficar curtinho ele sentada na beira do Rio Tejo vendo o visual.

. Fundação Champalimaud: Erguida por um colecionador milionário, vale a pena pela arquitetura do prédio e pela localização a beira do rio Tejo. Fica pertinho do Mosteiro e dos museus dos Coches e Maat, e perto de Belém, é um bom roteiro para aproveitar em uma manhã ou tarde.

. Falando nisso, super vale a pena dar um pulinho em Belém para ver a famosa Torre (sugiro ver de longe mesmo, não tem nada muito emocionante dentro e fica sempre lotado) e conhecer o Mosteiro dos Jerónimos, além de experimentar os famosos pastéis de Belém (eu também a-mo os pastéis de nata da Manteigaria, no Chiado, mas ir a Belém sem comer os pastéis não tem graça!).

. LX Factory: Apelidei carinhosamente esse complexo de lojas e restaurantes instalado numa ex-fábrica perto do rio de “Descolândia”, porque é hiper descolado. Adoro fuçar as lojinhas e subir no bar / rooftop Rio Maravilha para ver o pôr do sol.

. Parque Eduardo VII: É o maior parque do centro de Lisboa, com lindos jardins e uma estufa incrível.

. Miradouro S. Pedro de Alcântara: um dos lugares que mais gosto no Príncipe Real, tem uma beleza e simplicidade que encantam e uma super vista. É um bom ponto de partida para passear pelo Principe Real, andando por ali você encontra vários restaurantes e lojinhas legais, como a Casa Pau Brasil, especializada em marcas brasileiras (o que pode não ser tão fantástico quando está indo do Brasil, mas vale a pena ver a beleza do casarão e nossas marcas representando na Europa!).

. Fundação Gulbekian: Outro milionário colecionador que deixou seu legado para Lisboa, uma coleção enorme e cheia de preciosidades, além de um belo jardim. Eu adoro esses museus que são a antiga casa da pessoa, com a coleção pessoal mesmo, acho que tem uma alma diferente.

Restaurantes que amo

Diria que o grande trunfo da cena gastronômica de Lisboa é o mix de restaurantes super tradicionais, daqueles com toalha branca, serviço mais formal e a divina culinária tradicional de Portugal, com muito peixe, frutos do mar e arrozes, e os restaurantes mais moderninhos, descolados, casuais, mas igualmente deliciosos. Difícil ficar entediado em Lisboa quando o assunto é comer…

Aqui vão os lugares que não saem da minha listinha de recomendações. 

. Cantinho do Avillez: José Avillez é sem dúvidas o chef mais prolífico de Portugal, dono de 12 (!) estabelecimentos no país, entre bares, restaurantes e cafés. Todos são ótimos e merecem visita, mas o Cantinho (o mais conhecido) e o Patio (um complexo com alguns restaurantes dentro, bem legal) são meus favoritos. O Belcanto é o mais gourmet e também vale a visita.

. Jncquoi: Um dos restaurantes mais badalados do momento, com certeza um must go nem que seja só para drinks. Tem dois ambientes — em cima é mais formal (fundamental reservar), embaixo é um enorme balcão que fica bem animadinho, mas também dá para comer. Uma delícia e super lindo (e mais arrumadinho também, em termos de dress code). Não deixe de prestar atenção na pequena filial da livraria Assouline, que fica no piso inferior, e no DJ que fica no banheiro (!). 

. Prado: Abriu faz pouco tempo e está em alta entre o pessoal que adora gastronomia e combinações diferentes. Tudo é preparado com ingredientes portugueses frescos que variam a cada estação, mas não espere nada da culinária tradicional portuguesa aqui — é do tipo gourmet experimental, para ir com a cabeça aberta e se surpreender. 

. Sea Me & A Cevicheria: Os dois são mais casuais, mas excelentes para saborear frutos do mar e ceviche de qualidade. Você pode escolher os peixes frescos direto de um balcão de peixaria no Sea Me, que faz também ótimos sushis. Já n’A Cevicheria, que ficou famosinha no Instagram graças ao enorme lustre de polvo que domina a decoração, o cardápio tem muitos ceviches, claro, e um mix de pratos com influência portuguesa e asiática.

. Tapisco: Também super casual, é a pedida para petiscos e tapas + bons drinks. Fica super animadinho fim de tarde, com pessoas esperando na calçada, super vibes.  

Agora vamos aos restaurantes mais tradicionais…

. Aqui há peixe: Esse é um dos que mais gosto para comer arroz com frutos do mar, e tem ótimos peixes também, como o nome sugere.

. Gambrinus: É preciso se esforçar para não comer demais no aperitivo (uma palavra: croquetes), mas compensa, a comida é divina.

. Magano: Segundo minha mãe, uma dedicada pesquisadora de batatas fritas, é a melhor batata do mundo. Só isso já vale a visita né? 

. Solar dos Presuntos: Um dos mais famosos de Lisboa, comida ótima e praticamente um ponto turístico — não se surpreenda se esbarrar com algum famoso por lá.

. Bica do Sapato: Outro restaurante mega tradicional, com vista para o rio Tejo e três ambientes, um restaurante, uma cafeteria e um sushi bar. Curiosidade: é um dos favoritos do Christian Louboutin, que ama Lisboa e está sempre por lá.

. Mar do Inferno: Fica em Cascais e é um dos meus super favoritos pela experiência completa. Passeio em Cascais, ver a praia e almoçar divinamente. Dá para ir de trem de Lisboa, bem fácil.

E por fim, três pontos que valem super a visita:

. Mercado da Ribeira: Um dos pioneiros na tendência de mercados que são uma espécie de praça de alimentação da melhor qualidade, com todos os chefs badalados de Portugal com seu cantinho. Sem dúvidas a melhor opção se você não vai ter muitos dias na cidade, porque dá para experimentar um pouco de cada! Mas vale avisar que hoje em dia é beeem lotado, se quiser aproveitar bem tente horários um pouco alternativos.

. Casa dos Ovos Moles: O paraíso na Terra para quem gosta de doces de ovos, a grande especialidade de Portugal quando falamos em sobremesa. Eu sou fissurada em doces de ovos e não vou a Lisboa sem passar nessa loja simpática que reúne doces vindos de todos os cantos de Portugal.

A história dos doces de ovos é muito interessante: quando o país era cheio de conventos, as freiras usavam clara de ovo para engomar os hábitos, e para não desperdiçar a gema, passaram a fazer doces adicionando açúcar + ingredientes típicos da sua regiāo, como amêndoas ou laranja. Muitos conventos foram extintos na época de Pombal, mas as receitas se mantiveram nas famílias e continuam sendo feitas hoje — sorte a nossa! 

. A Manteigaria: Falei dela brevemente ali em cima na dica de Belém, mas é meu pastel de nata (outra maravilhosa invenção doce de Portugal) favorito em Lisboa. Fica bem no coração do Chiado e só serve isso, as fornadas saem o tempo todo e é super fácil pegar um fresquinho e quentinho. Um sonho.

Bares que valem a visita

Lisboa é uma cidade jovem, animada, e que atrai muitos turistas igualmente jovens e animados, então dá para imaginar que a cena noturna é… Exatamente, bem animada! Recomendo andar meio sem rumo e ir descobrindo lugares inusitados, e também explorar os quiosques espalhados pela cidade, tem alguns bem legais.

Lisboa também arrasa nos rooftops — a cada momento tem um novo e badalado, os que já fui e gostei são os Topo (Martim Moniz, Chiado e Belém), e tem também o Park, que não fui, mas me recomendaram.

Outro que é diversão garantida é a Pensão do Amor, bar / balada onde antigamente funcionava um bordel — a decoração tem essa pegada e está sempre bombando. 

Hotéis

Eu normalmente fico em apartamento em Lisboa (aliás, a cidade tem uma infinidade de opções de apartamentos estilo Airbnb, e é um jeito legal de viver a experiência lisboeta). De hotel só fiquei no Ritz Four Seasons e no Tivoli Avenida da Liberdade, ambos excelentes, bonitos, serviço impecável. Mas angariei algumas dicas de hotéis para compartilhar com amigos e deixo aqui também:

. Ritz Four Seasons: é o grande hotel de luxo de Lisboa, super tradicional, super lindo, para uma experiência especial.

. Tivoli Avenida da Liberdade: adorei ficar lá, ótima localização, quartos espaçosos, serviço top.

. Memmo Principe Real: Mais estilo hotel boutique, bem no coração do Principe Real, tem piscina com vista e é super simpático. A rede tem outro hotel em Alfama e também em Sagres, no Algarve.

. Verride Palácio de Santa Catarina: Fica em um miradouro perto do Museu da Farmácia, ou seja: mega vista. É um imponente palácio de 1700 todo restaurado, decoração lindíssima. 

Hotel Bairro Alto: está reformando há mais de um ano, mas prestes a reabrir, com o dobro do tamanho. É uma super opção entre um hotel de luxo maior e os hotéis boutique, numa localização maravilhosa no coração do Chiado. O bar era super badalado e imagino que retorne ainda melhor depois da reforma, e o chef português Nuno Mendes, que comanda a cozinha do Chiltern Firehouse em Londres, será o responsável pelo restaurante.

Adoro pensar em um moodboard quando faço minhas malas de viagem. Às vezes tiro da minha cabeça, outras me baseio no evento / lugar que eu estou indo visitar – não é algo imprescindível, mas acho que ajuda muito a pensar nos looks. Como recebo muitas perguntas de vocês sobre como fazer mala / como pensar em looks de viagem, aqui vai um “raio-x” da minha mala para Jaipur, na Índia.

Nessa viagem (conto mais sobre ela neste post aqui) com a Clinique, o tema era Pink Oasis, então a marca sugeriu para alguns dos eventos o uso de roupas em tons de rosa (assim como foi na viagem do México do ano passado, relembre aqui).

Além disso, eles avisaram que teríamos muitas oportunidades diferentes para tirar foto ao longo do dia e também um intervalo para nos trocarmos. Eu nunca faço isso, sempre levo um look para o dia e um para a noite, mas aproveitei a oportunidade para levar dois looks para o dia e tirar vááárias fotos nos cenários lindos que eles nos levaram, sem dar aquele problema em viagem que é: mil fotos, mil momentos, todos com a mesma roupa. Quem nunca!

Me joguei total no tema da viagem e levei algumas das peças rosas que tenho no meu guarda-roupa – que curiosamente são muitas, entre roupas e acessórios. Completei com itens de cor clara para usar nos dias de fazer turismo. Importante, tem que ser tudo muito leve e fresco e ao mesmo tempo que não mostre muita pele.

Fomos para Jaipur em uma época do ano que já é super quente, então tínhamos esse desafio de nos vestir em uma temperatura de mais de 40 graus sem morrer de calor. Além disso, a Índia é um país bem conservador, e não é adequado sair em público com roupas nem muito curtas, nem que mostrem muito colo / braços. Dentro dos hotéis o esquema é mais tranquilo, mas é preciso ter cuidado na rua e em pontos turísticos para respeitar a cultura local. Então, com base nisso tudo, cheguei nestes looks que vocês podem ver abaixo.

Para o welcome drink, que foi no nosso hotel mesmo e já tinha um cenário todo Pink Oasis, usei um vestido rosa hiper antigo da H&M. Ele é um pouco mais curto e de alcinha, mas não tem problema porque a gente estava ali no ambiente do hotel.

Para fazer turismo no primeiro dia, optei por um conjunto fofo & confortável de calça jogging com tecido mais arrumadinho, mas fresco, e uma camisa rosa bem levinha, ambos da Amaro, que tenho há mais de um ano. De tarde, fomos tomar chá no jardim de um hotel mega lindo. Usei um vestido de linho branco, também de alcinha, mas fui tranquila por ser dentro de hotel, e aproveitei para estrear a minha bolsa nova da Chanel que, por coincidência, é rosa. Detalhe: em todos os momentos que usei roupas que mostrassem o ombro, levei um lenço bem levinho caso precisasse me cobrir.

À noite nesse mesmo dia, usei um vestido lilás da Framed, marca do Gallerist, porque quando entrei no Instagram do Caffé Palladio, restaurante onde iríamos jantar, achei que ele combinava perfeitamente com o cenário. (Não reparem que a foto foi feita de dia, porque achei o ambiente tão lindinho que voltei lá com a mesma roupa para fazer fotos com uma luz melhor haha).

No dia seguinte, começamos bem cedo para passear em alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Aí escolhi um vestido branco de algodão levinho, mas mais longo e que cobre o ombro – talvez vocês se lembrem desse vestido, uma camisola dos anos mil novecentos e bolinha que encontrei em um brechó em Firenze. Também usei nesse dia usei uma faixa / turbante da Aperse.

Para a atividade da tarde, um almoço seguido de um momento na piscina do hotel Sujan Raj Mahal Palace, usei um look com um toque vintage que achei que combinava com o ambiente retrô: saia da Topshop que tenho há milênios e camisa de manga curta com um tecido bordado com flores rosas da Sussan Shokranian.

E a viagem terminou com um super jantar tradicional no qual o dress code era sari, o traje formal indiano, ainda usado em casamentos e cerimônias (muitas mulheres indianas inclusive usam o sari no dia a dia mesmo). Foi uma experiência incrível escolher o sari junto com as influencers indianas, que ficaram contando várias curiosidades e tradições da roupa, e depois ser vestida por uma especialista. É uma verdadeira arte amarrar um sari e seria totalmente impossível fazer sozinha! Achei maravilhoso poder experimentar essa tradição tão especial. Além do sari, os acessórios eram incríveis – fiquei apegadíssima ao que usei na cabeça!

De sapatos, só levei sandálias rasteiras, 3 diferentes que adoro e são ótimas para usar em lugares quentes, mas que também aguentam algumas horas andando por aí. Uma marrom da Zara, uma prateada da Botti que é super arrumadinha e uma de camurça rosa da Blue Bird.

Gostaram desse formato de post contando mais detalhes sobre minha escolha dos looks? Posso fazer mais vezes, porque sempre tem alguma historinha por trás das minhas malas hehe!

Seguindo com o conteúdo da Índia, como prometido no vídeo que entrou aqui, hoje o foco é no roteiro da viagem de Jaipur que fiz com a Clinique, que foi absolutamente maravilhosa. Que cidade linda e cheia de lugares especiais!

No vídeo, e no texto abaixo, falo sobre os pontos turísticos, os hotéis e os restaurantes que visitamos. Foi uma experiência incrível e super recomendo colocar essa viagem na lista de desejos.

Ah, detalhe interessante: Jaipur é conhecida como a Cidade Rosa porque em 1876, para receber a vista do Principe de Gales, o Marajá mandou pintar a cidade toda de rosa, cor da hospitalidade. Então toda a parte antiga de Jaipur tem construções em tons de rosa e terracota, lindo demais.

. Hawa Mahal -O clichê é real: não dá para acreditar no que os olhos vêem quando se está de frente para o Hawa Mahal. Esse palácio, que é um dos cartões postais de Jaipur, foi construído com uma leve inclinação estratégica para que quem está de fora não veja nada, mas quem está dentro consiga enxergar tudinho que se passa na rua. Um verdadeiro espetáculo para começar a exploração na Cidade Rosa.

. The Patrika Gate – Não tem explicação! Não tem explicação! É a entrada do Jawahar Circle Garden, considerado o maior parque em formato arredondado da Ásia. Ele é todo rosé com detalhes em azul, verde, amarelo, hiper decorado com muitos detalhes, sem falar na arquitetura super interessante. Lindo demais.

. City Palace – O palácio onde vive a família real de Jaipur é maravilhoso! Tem alguns pontos interessantes para visitar, os que mais amei foram o lugar onde são feitas festas e as famosas quatro portas decoradas para representar as quatro estações. De tirar o fôlego.

. Gator Cenotaphis – As tumbas da família real de Jaipur não são tão conhecidas quanto os outros pontos turísticos da cidade, mas são simplesmente maravilhosas. Vale muito a visita!

. Não fomos, mas todo mundo recomenda: Amer Fort, outra construção de tirar o fôlego.

Hotéis, restaurantes e compras:

. Rambagh Palace – Um dos hotéis mais lindos de Jaipur. Era uma palácio da família real que foi transformado em hotel, e eu amei ficar lá.

. Sujan Raj Mahal Palace – Fiquei passada com esse hotel, onde passamos uma tarde fazendo algumas atividades. Parece um cenário de filme do Wes Anderson, os mínimos detalhes, os papéis de parede dos ambientes, o carro vintage parado na porta, a piscina… Me falaram que cada quarto é diferente, fiquei morrendo de vontade de me hospedar lá na próxima viagem!

. Jai Mahal Palace – Outro hotel que tivemos a oportunidade de conhecer em uma das atividades. É um palácio que costumava ser a residência do primeiro ministro, e foi convertido em hotel como o Rambagh. Ficamos mais na parte de fora / jardim, que é belíssimo!

. Caffe Palladio – Todo mundo que me deu dicas de Jaipur comentou desse restaurante, e sabido que é, o time da Clinique tinha marcado o jantar do segundo dia justamente aqui! Entrou na lista de restaurantes mais lindos que já fui nesse mundo, a decoração é absurda, tem um pátio super gostoso… Também adorei a comida, um mix de marroquino com italiano.

. Bar Palladio – É o bar da mesma dona do Caffe Palladio, mas em vez do tema rosa / amarelo ele é todo numa paleta de azuis. Não tivemos tempo de ir, mas fiquei morrendo de vontade então deixo a dica!

. Loja Idli – Foi dica da Jane Lauder, a neta da Estée Lauder que é presidente global da Clinique e de quem sentei do lado no último jantar. Preciosa e muito boa, a loja é um charme e as roupas tem uma pegada indiana com olhar ocidental, já que o fundador é francês. Uma mistura que dá muito certo! Tem roupas de mulher e de homem

. No mesmo complexo onde fica a Idli tem algumas outras lojas simpáticas, vale explorar!

. Anokhi – Quem conhece a Índia certamente conhece a Anokhi, e para nossa sorte a maior loja deles fica em Jaipur. Eles fazem tudo de algodão estampado, cada estampa linda, e de tudo mesmo – roupas, roupões (o que estou usando no vídeo inclusive), nécessaires e bolsinhas mil, coisas para a casa… Só posso dizer: vá com tempo, porque é enlouquecedor, vontade de comprar tudo!!! Achei o preço bem justo.

E foi essa nossa viagem! Agora quero voltar para conhecer também Jodhpur e Udaipur, a cidade azul e a cidade dos lagos, que também ficam no Rajastão e todo mundo falou que são algo. Sem falar no Taj Majal – India que me aguarde, eu voltarei!

Quem tiver mais dicas e quiser deixar nos comentários, vou amar!

Pode não parecer, mas fazer um conteúdo caprichado no Instagram / Instastories dá trabalho — planejar o fluxo do conteúdo, fazer fotos bonitas e arrasar na escolha do filtro, subir uma sequência de Stories cheios de informações e recursos visuais… Mas se você quer arrasar nessa carreira, é importante ter certos cuidados. A boa notícia é que tem vários apps que ajudam (e muito) nessa missão, de editores de imagem para tratar fotos sem precisar dominar a arte do Photoshop a apps que oferecem layouts prontos para deixar seus Stories com cara de que foram diagramados por um profissional.

Aqui estão os que eu uso e recomendo!

. Facetune: Editor de fotos super completo e bem mais fácil de usar que um Photoshop da vida. Ele ganhou fama pelas ferramentas de alisar a pele e mudar o shape do corpo (use com moderação), mas eu gosto mesmo é da função de mexer na luz das fotos! Ele permite, por exemplo, clarear um pedaço (rosto escuro, digamos) sem clarear a foto toda. Também dá para aumentar a nitidez ou embaçar alguns pontos da imagem, entre outras funções.

. VSCO Cam: Editor de imagem queridinho entre quem gosta de caprichar nas fotos do Instagram, é provavelmente o mais famoso para filtros. Ele tem também o mesmo formato de grid do Instagram, o que facilita na organização e no planejamento de posts, já que você consegue visualizar como vai ficar o grid quando entrarem as próximas fotos.

. Planoly: Confesso que não quis pagar a assinatura depois do trial de 1 mês, uso o VSCO mesmo para visualizar meu grid, mas esse é um dos apps mais famosos para essa função de organizar. A vantagem é que o Planoly te deixa ficar mexendo na posição das fotos para explorar qual a melhor harmonização e ordem de postagem, excelente para quem trabalha com essas coisas “de redes sociais”. Também dá para agendar posts.

. Unum: Outro app para organizar o grid, funciona como o Planoly que permite visualizar o que já está no seu Instagram e fazer simulações de como as novas fotos vão interagir com as antigas. Ele também é ótimo para ver métricas de seguidores, curtidas em fotos e hashtags que dão mais resultados – além de calcular qual a melhor hora de cada dia para suas novas publicações bombarem.

. Unfold: Esse é MARA para fazer montagens para o para o Stories. Praticamente um diagramador para leigos, permite montar telas misturando fotos, juntando foto e vídeo, usando texto com tipografias diferentes… Muito legal para quem gosta de produzir um conteúdo mais elaborado para o Stories. Ele vem com diversas opções gratuitas de layouts, mas volta e meia entram opções pagas mega lindas que valem o investimento se você costuma usar bastante.

. InShot: Excelente para fazer montagens de fotos e editar vídeos, tanto para o Stories quanto para o feed. Ele permite que você adapte o vídeo/foto para o tamanho do Stories, coloque fundos coloridos, trate a cor dos vídeos, adicione efeitos diferentões, crie um vídeo com uma sequência de fotos, “cole” um vídeo atrás do outro, corte os vídeos… São diversas as possibilidades, e não precisa manjar muito de edição para se dar bem. 

. Photogrid: Esse é para quando você quiser fazer uma montagem com vídeos, seja para o Stories ou para o feed. Ele permite que você deixe só um vídeo com som o tempo todo, ou que os vídeos alternem a hora de fazer barulho. Também dá para fazer montagens de vídeos com fotos. Legal para explorar e usar em conjunto com o InShot.

. Snow: Um app que bomba na Ásia, com vários filtros divertidos, tipo aqueles do Snapchat — você pode tratar depois uma foto ou vídeo, e também tem várias opções de filtros e tratamento de imagem.

. Huji: Sabe aquelas fotos que tem um tratamento que mais parecem ter sido tiradas por uma câmera de filme retrô? Muitas vezes quem tirou mesmo foi o Huji! Você pode clicar com ele ou passar uma foto já existente por seus filtros, dá um efeito super cool.

. ColorStory / Snapseed / Lightroom / Darkroom: são outras opções de apps para filtros e edição de imagem, cada um com suas particularidades e funcionalidades. Minha dica é baixar todos, experimentar e ver com qual você se entende melhor, porque no fim das contas é algo que tem que ser fácil de fazer no dia a dia.

Deixei algum de fora? Quais apps vocês mais usam?

  • Facetune https://www.facetuneapp.com/
  • VSCO Cam https://vsco.co/
  • Planoly https://www.planoly.com/
  • Unum https://unum.la/
  • Unfold https://unfoldstori.es/
  • InShot https://inshot-editor.en.uptodown.com/
  • Photogrid https://photo-grid-collage-maker.en.uptodown.com/
  • Snow https://snow-selfie-motion-sticker.en.uptodown.com/
  • Huji https://huji.en.uptodown.com/
  • ColorStory https://acolorstory.com/
  • Snapseed https://snapseed.online/
  • Lightroom https://lightroom.adobe.com/
  • Darkroom http://darkroom.co/

Sou uma pessoa que praticamente só trabalha pelo celular – são raros os dias em que consigo sentar no computador para produzir conteúdo, responder email, resolver pendências… é tudo no iPhone, e viva a tecnologia! Moro em Londres e minha equipe fica no Brasil, e fazemos tu-do dessa maneira mobile / on the go.

Por conta disso, adoro descobrir aplicativos que me ajudem a ser mais organizada, produtiva, eficiente… Também tenho alguns truques que me permitem focar em algo no celular sem mil outras distrações. São ótimas dicas para tirar máximo proveito dos smartphones, úteis mesmo para quem não trabalha com isso como eu! Nesse post, compartilho os aplicativos que mais uso no dia a dia. Vamos a eles:

. Pocket: Quase tudo que leio hoje em dia é através de newsletters. Gosto de receber as notícias e matérias do meu interesse no meu e-mail, acho mais fácil do que ficar entrando ativamente nos sites todos os dias – até porque quase nunca estou no computador! Assino news de diversos tipos, desde jornais para saber as notícias do mundo, passando por algumas específicas de moda e beleza, outras de tecnologia.

Mas não é sempre que consigo ler tudo naquele exato momento, e o Pocket vem para salvar: clico nas matérias que me interessam e salvo no app, que não só passa a reunir uma seleção minha do que quero ler de cada newsletter, mas também disponibiliza tudo off-line – perfeito para ler no avião, por exemplo! A vantagem é que assim consigo dar uma limpada no meu e-mail, sem acumular (tantos) não lidos, mesmo que não tenha tempo para efetivamente ler tudo o que gostaria.

. Feedly: Funciona mais ou menos como o Pocket, reunindo várias publicações, mas é um leitor de RSS. Então cadastro dentro dele todos os blogs que gosto de acompanhar e lá fica mais fácil para dar uma olhada geral no que está rolando – é bem legal porque você vê tudo de uma vez sem precisar ficar abrindo abas.

. Google Calendar: Sempre fui uma pessoa completamente apaixonada por agendas de papel e adoro escrever a mão, fazer listas, mas chegou uma hora em que precisei me entregar às agendas virtuais. Primeiro porque minha equipe precisa acessar a minha agenda, o que obviamente não é possível com uma agenda analógica. Também porque gosto de usar bolsas pequenas, e muitas vezes a agenda não cabe. E eu sou daquelas que anota TUDO senão esqueço. Minha escolhida foi a Google Calendar, por recomendação de uma amiga. Sou bem familiarizada com o funcionamento dos apps do Google, e foi fácil me adaptar, fora que ela tem ótimas funcionalidades, dá para “pintar” os compromissos com cores diferentes, mandar convites que chegam por e-mail ou confirmação de vôos direto para o seu Google Calendar, fazer lembretes, entre outras coisinhas.

. Falando em e-mail… esse post foi na verdade um vídeo que entrou na TV Beauté, aqui, e nele cito o Astro, app de email que eu AMAVA, mas parou de existir. Choros! Desde então, não achei um substituto – o app do Gmail é ótimo, mas não permite ter várias contas juntas, e eu tenho 3 que gosto de às vezes ver individualmente, às vezes ver junto. No momento estou usando o app do próprio iPhone, que teve algumas melhorias interessantes, mas ainda sinto falta de outras alternativas. Quem tiver dicas de aplicativo para e-mail, aceito!

. Boomerang: Não estou falando da extensão do Instagram que faz aqueles videozinhos vai-e-volta divertidos (que também adoro, mas não faz muito pela produtividade no celular haha). Esse Boomerang é uma extensão para e-mail no desktop. Tem funções como te devolver um e-mail que não foi respondido para que possa fazer follow up, ou te lembrar de responder algo que parece importante, ou você mesmo marcar para um determinado email voltar para sua caixa de entrada em um momento mais oportuno. Também dá para pausar o inbox para você não ficar conferindo toda hora se chegou e-mail novo, e assim não perder o foco em alguma atividade que precisa de atenção. É uma super ajuda!
*Recentemente o próprio Gmail agregou algumas dessas funções em seu novo inbox, vale a pena experimentar! Mas isso tudo é para Desktop, no celular ainda preciso encontrar algo melhor ;)

. Trello: Plataforma excelente para quem trabalha em equipe e precisa compartilhar informações. Ele serve basicamente para fazer painéis. No Dia de Beauté, por exemplo, temos uma coluna para posts em andamento. Aí lá a gente coloca tudo que está em produção e escreve status como “imagem ok, falta texto”. É ótimo porque dá para subir imagens, dá para subir nota, tem um chatzinho para fazer pedidos rápidos, colocar etiquetas coloridas para saber em qual fase estão as atividades. Outras colunas de organização do DDB são: vídeos para gravar, ideias de leitoras que rendem posts, próximos posts do Instagram, etc.

. Modo Noturno: Não é um app, mas uma função do iPhone que uso MUITO. É ótimo para quem, assim como eu, não quer perder nenhuma notificação, mas não pode ficar conferindo o que chega em tempo real por motivos de: FOCO. Quando o iPhone está com a “luazinha” ligada, ele acumula todas as suas notificações, mas não faz barulho, nem vibra, nem pisca, evitando distrações. Recomendo muito, e tenho “a lua” configurada não só para quando o iPhone está travado, mas também quando estou usando um app e não quero outras coisas piscando em cima roubando minha atenção. Mesmo no WhatsApp (trabalho MUITO por WhatsApp), configurei para outras mensagens não piscarem enquanto estou respondendo alguma. Também ajuda bastante a não deixar o cérebro maluquinho. Tem gente que prefere desativar totalmente as notificações do celular, mas eu gosto de deixar elas “no fundo”, assim se puxo a tela consigo ver se tem algo mais urgente rolando em outro canto…

. Spotify: AMO ouvir música e sou superfã desse esquema de você ter acesso a um mundo de músicas no sistema streaming. Pago o Premium para poder ouvir tudo sem comerciais e super vale a pena. Dá para fazer playlists, descobrir artistas novos com as playlists personalizadas que o próprio Spotify faz com base no que você costuma escutar e, o melhor, salvar as playlists para ouvir off-line quando você não tem sinal. Também excelente para o avião.

. Loggi e Rappi: quando gravei o vídeo original de apps, o Rappi não existia, mas não poderia deixar de estar nesse post atualizado! Uso muito esses dois apps quando estou no Brasil, o Loggi para fazer entregas e retiradas, o Rappi para comprar algo que não vou ter tempo ou fazer delivery. Em Londres usava muito o Quiqup, mas ele também parou de existir (por queeee isso acontece, risos).

Aceito demais outras dicas de apps de vocês!