Adoro pensar em um moodboard quando faço minhas malas de viagem. Às vezes tiro da minha cabeça, outras me baseio no evento / lugar que eu estou indo visitar – não é algo imprescindível, mas acho que ajuda muito a pensar nos looks. Como recebo muitas perguntas de vocês sobre como fazer mala / como pensar em looks de viagem, aqui vai um “raio-x” da minha mala para Jaipur, na Índia.

Nessa viagem (conto mais sobre ela neste post aqui) com a Clinique, o tema era Pink Oasis, então a marca sugeriu para alguns dos eventos o uso de roupas em tons de rosa (assim como foi na viagem do México do ano passado, relembre aqui).

Além disso, eles avisaram que teríamos muitas oportunidades diferentes para tirar foto ao longo do dia e também um intervalo para nos trocarmos. Eu nunca faço isso, sempre levo um look para o dia e um para a noite, mas aproveitei a oportunidade para levar dois looks para o dia e tirar vááárias fotos nos cenários lindos que eles nos levaram, sem dar aquele problema em viagem que é: mil fotos, mil momentos, todos com a mesma roupa. Quem nunca!

Me joguei total no tema da viagem e levei algumas das peças rosas que tenho no meu guarda-roupa – que curiosamente são muitas, entre roupas e acessórios. Completei com itens de cor clara para usar nos dias de fazer turismo. Importante, tem que ser tudo muito leve e fresco e ao mesmo tempo que não mostre muita pele.

Fomos para Jaipur em uma época do ano que já é super quente, então tínhamos esse desafio de nos vestir em uma temperatura de mais de 40 graus sem morrer de calor. Além disso, a Índia é um país bem conservador, e não é adequado sair em público com roupas nem muito curtas, nem que mostrem muito colo / braços. Dentro dos hotéis o esquema é mais tranquilo, mas é preciso ter cuidado na rua e em pontos turísticos para respeitar a cultura local. Então, com base nisso tudo, cheguei nestes looks que vocês podem ver abaixo.

Para o welcome drink, que foi no nosso hotel mesmo e já tinha um cenário todo Pink Oasis, usei um vestido rosa hiper antigo da H&M. Ele é um pouco mais curto e de alcinha, mas não tem problema porque a gente estava ali no ambiente do hotel.

Para fazer turismo no primeiro dia, optei por um conjunto fofo & confortável de calça jogging com tecido mais arrumadinho, mas fresco, e uma camisa rosa bem levinha, ambos da Amaro, que tenho há mais de um ano. De tarde, fomos tomar chá no jardim de um hotel mega lindo. Usei um vestido de linho branco, também de alcinha, mas fui tranquila por ser dentro de hotel, e aproveitei para estrear a minha bolsa nova da Chanel que, por coincidência, é rosa. Detalhe: em todos os momentos que usei roupas que mostrassem o ombro, levei um lenço bem levinho caso precisasse me cobrir.

À noite nesse mesmo dia, usei um vestido lilás da Framed, marca do Gallerist, porque quando entrei no Instagram do Caffé Palladio, restaurante onde iríamos jantar, achei que ele combinava perfeitamente com o cenário. (Não reparem que a foto foi feita de dia, porque achei o ambiente tão lindinho que voltei lá com a mesma roupa para fazer fotos com uma luz melhor haha).

No dia seguinte, começamos bem cedo para passear em alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Aí escolhi um vestido branco de algodão levinho, mas mais longo e que cobre o ombro – talvez vocês se lembrem desse vestido, uma camisola dos anos mil novecentos e bolinha que encontrei em um brechó em Firenze. Também usei nesse dia usei uma faixa / turbante da Aperse.

Para a atividade da tarde, um almoço seguido de um momento na piscina do hotel Sujan Raj Mahal Palace, usei um look com um toque vintage que achei que combinava com o ambiente retrô: saia da Topshop que tenho há milênios e camisa de manga curta com um tecido bordado com flores rosas da Sussan Shokranian.

E a viagem terminou com um super jantar tradicional no qual o dress code era sari, o traje formal indiano, ainda usado em casamentos e cerimônias (muitas mulheres indianas inclusive usam o sari no dia a dia mesmo). Foi uma experiência incrível escolher o sari junto com as influencers indianas, que ficaram contando várias curiosidades e tradições da roupa, e depois ser vestida por uma especialista. É uma verdadeira arte amarrar um sari e seria totalmente impossível fazer sozinha! Achei maravilhoso poder experimentar essa tradição tão especial. Além do sari, os acessórios eram incríveis – fiquei apegadíssima ao que usei na cabeça!

De sapatos, só levei sandálias rasteiras, 3 diferentes que adoro e são ótimas para usar em lugares quentes, mas que também aguentam algumas horas andando por aí. Uma marrom da Zara, uma prateada da Botti que é super arrumadinha e uma de camurça rosa da Blue Bird.

Gostaram desse formato de post contando mais detalhes sobre minha escolha dos looks? Posso fazer mais vezes, porque sempre tem alguma historinha por trás das minhas malas hehe!

Seguindo com o conteúdo da Índia, como prometido no vídeo que entrou aqui, hoje o foco é no roteiro da viagem de Jaipur que fiz com a Clinique, que foi absolutamente maravilhosa. Que cidade linda e cheia de lugares especiais!

No vídeo, e no texto abaixo, falo sobre os pontos turísticos, os hotéis e os restaurantes que visitamos. Foi uma experiência incrível e super recomendo colocar essa viagem na lista de desejos.

Ah, detalhe interessante: Jaipur é conhecida como a Cidade Rosa porque em 1876, para receber a vista do Principe de Gales, o Marajá mandou pintar a cidade toda de rosa, cor da hospitalidade. Então toda a parte antiga de Jaipur tem construções em tons de rosa e terracota, lindo demais.

. Hawa Mahal -O clichê é real: não dá para acreditar no que os olhos vêem quando se está de frente para o Hawa Mahal. Esse palácio, que é um dos cartões postais de Jaipur, foi construído com uma leve inclinação estratégica para que quem está de fora não veja nada, mas quem está dentro consiga enxergar tudinho que se passa na rua. Um verdadeiro espetáculo para começar a exploração na Cidade Rosa.

. The Patrika Gate – Não tem explicação! Não tem explicação! É a entrada do Jawahar Circle Garden, considerado o maior parque em formato arredondado da Ásia. Ele é todo rosé com detalhes em azul, verde, amarelo, hiper decorado com muitos detalhes, sem falar na arquitetura super interessante. Lindo demais.

. City Palace – O palácio onde vive a família real de Jaipur é maravilhoso! Tem alguns pontos interessantes para visitar, os que mais amei foram o lugar onde são feitas festas e as famosas quatro portas decoradas para representar as quatro estações. De tirar o fôlego.

. Gator Cenotaphis – As tumbas da família real de Jaipur não são tão conhecidas quanto os outros pontos turísticos da cidade, mas são simplesmente maravilhosas. Vale muito a visita!

. Não fomos, mas todo mundo recomenda: Amer Fort, outra construção de tirar o fôlego.

Hotéis, restaurantes e compras:

. Rambagh Palace – Um dos hotéis mais lindos de Jaipur. Era uma palácio da família real que foi transformado em hotel, e eu amei ficar lá.

. Sujan Raj Mahal Palace – Fiquei passada com esse hotel, onde passamos uma tarde fazendo algumas atividades. Parece um cenário de filme do Wes Anderson, os mínimos detalhes, os papéis de parede dos ambientes, o carro vintage parado na porta, a piscina… Me falaram que cada quarto é diferente, fiquei morrendo de vontade de me hospedar lá na próxima viagem!

. Jai Mahal Palace – Outro hotel que tivemos a oportunidade de conhecer em uma das atividades. É um palácio que costumava ser a residência do primeiro ministro, e foi convertido em hotel como o Rambagh. Ficamos mais na parte de fora / jardim, que é belíssimo!

. Caffe Palladio – Todo mundo que me deu dicas de Jaipur comentou desse restaurante, e sabido que é, o time da Clinique tinha marcado o jantar do segundo dia justamente aqui! Entrou na lista de restaurantes mais lindos que já fui nesse mundo, a decoração é absurda, tem um pátio super gostoso… Também adorei a comida, um mix de marroquino com italiano.

. Bar Palladio – É o bar da mesma dona do Caffe Palladio, mas em vez do tema rosa / amarelo ele é todo numa paleta de azuis. Não tivemos tempo de ir, mas fiquei morrendo de vontade então deixo a dica!

. Loja Idli – Foi dica da Jane Lauder, a neta da Estée Lauder que é presidente global da Clinique e de quem sentei do lado no último jantar. Preciosa e muito boa, a loja é um charme e as roupas tem uma pegada indiana com olhar ocidental, já que o fundador é francês. Uma mistura que dá muito certo! Tem roupas de mulher e de homem

. No mesmo complexo onde fica a Idli tem algumas outras lojas simpáticas, vale explorar!

. Anokhi – Quem conhece a Índia certamente conhece a Anokhi, e para nossa sorte a maior loja deles fica em Jaipur. Eles fazem tudo de algodão estampado, cada estampa linda, e de tudo mesmo – roupas, roupões (o que estou usando no vídeo inclusive), nécessaires e bolsinhas mil, coisas para a casa… Só posso dizer: vá com tempo, porque é enlouquecedor, vontade de comprar tudo!!! Achei o preço bem justo.

E foi essa nossa viagem! Agora quero voltar para conhecer também Jodhpur e Udaipur, a cidade azul e a cidade dos lagos, que também ficam no Rajastão e todo mundo falou que são algo. Sem falar no Taj Majal – India que me aguarde, eu voltarei!

Quem tiver mais dicas e quiser deixar nos comentários, vou amar!

Pode não parecer, mas fazer um conteúdo caprichado no Instagram / Instastories dá trabalho — planejar o fluxo do conteúdo, fazer fotos bonitas e arrasar na escolha do filtro, subir uma sequência de Stories cheios de informações e recursos visuais… Mas se você quer arrasar nessa carreira, é importante ter certos cuidados. A boa notícia é que tem vários apps que ajudam (e muito) nessa missão, de editores de imagem para tratar fotos sem precisar dominar a arte do Photoshop a apps que oferecem layouts prontos para deixar seus Stories com cara de que foram diagramados por um profissional.

Aqui estão os que eu uso e recomendo!

. Facetune: Editor de fotos super completo e bem mais fácil de usar que um Photoshop da vida. Ele ganhou fama pelas ferramentas de alisar a pele e mudar o shape do corpo (use com moderação), mas eu gosto mesmo é da função de mexer na luz das fotos! Ele permite, por exemplo, clarear um pedaço (rosto escuro, digamos) sem clarear a foto toda. Também dá para aumentar a nitidez ou embaçar alguns pontos da imagem, entre outras funções.

. VSCO Cam: Editor de imagem queridinho entre quem gosta de caprichar nas fotos do Instagram, é provavelmente o mais famoso para filtros. Ele tem também o mesmo formato de grid do Instagram, o que facilita na organização e no planejamento de posts, já que você consegue visualizar como vai ficar o grid quando entrarem as próximas fotos.

. Planoly: Confesso que não quis pagar a assinatura depois do trial de 1 mês, uso o VSCO mesmo para visualizar meu grid, mas esse é um dos apps mais famosos para essa função de organizar. A vantagem é que o Planoly te deixa ficar mexendo na posição das fotos para explorar qual a melhor harmonização e ordem de postagem, excelente para quem trabalha com essas coisas “de redes sociais”. Também dá para agendar posts.

. Unum: Outro app para organizar o grid, funciona como o Planoly que permite visualizar o que já está no seu Instagram e fazer simulações de como as novas fotos vão interagir com as antigas. Ele também é ótimo para ver métricas de seguidores, curtidas em fotos e hashtags que dão mais resultados – além de calcular qual a melhor hora de cada dia para suas novas publicações bombarem.

. Unfold: Esse é MARA para fazer montagens para o para o Stories. Praticamente um diagramador para leigos, permite montar telas misturando fotos, juntando foto e vídeo, usando texto com tipografias diferentes… Muito legal para quem gosta de produzir um conteúdo mais elaborado para o Stories. Ele vem com diversas opções gratuitas de layouts, mas volta e meia entram opções pagas mega lindas que valem o investimento se você costuma usar bastante.

. InShot: Excelente para fazer montagens de fotos e editar vídeos, tanto para o Stories quanto para o feed. Ele permite que você adapte o vídeo/foto para o tamanho do Stories, coloque fundos coloridos, trate a cor dos vídeos, adicione efeitos diferentões, crie um vídeo com uma sequência de fotos, “cole” um vídeo atrás do outro, corte os vídeos… São diversas as possibilidades, e não precisa manjar muito de edição para se dar bem. 

. Photogrid: Esse é para quando você quiser fazer uma montagem com vídeos, seja para o Stories ou para o feed. Ele permite que você deixe só um vídeo com som o tempo todo, ou que os vídeos alternem a hora de fazer barulho. Também dá para fazer montagens de vídeos com fotos. Legal para explorar e usar em conjunto com o InShot.

. Snow: Um app que bomba na Ásia, com vários filtros divertidos, tipo aqueles do Snapchat — você pode tratar depois uma foto ou vídeo, e também tem várias opções de filtros e tratamento de imagem.

. Huji: Sabe aquelas fotos que tem um tratamento que mais parecem ter sido tiradas por uma câmera de filme retrô? Muitas vezes quem tirou mesmo foi o Huji! Você pode clicar com ele ou passar uma foto já existente por seus filtros, dá um efeito super cool.

. ColorStory / Snapseed / Lightroom / Darkroom: são outras opções de apps para filtros e edição de imagem, cada um com suas particularidades e funcionalidades. Minha dica é baixar todos, experimentar e ver com qual você se entende melhor, porque no fim das contas é algo que tem que ser fácil de fazer no dia a dia.

Deixei algum de fora? Quais apps vocês mais usam?

  • Facetune https://www.facetuneapp.com/
  • VSCO Cam https://vsco.co/
  • Planoly https://www.planoly.com/
  • Unum https://unum.la/
  • Unfold https://unfoldstori.es/
  • InShot https://inshot-editor.en.uptodown.com/
  • Photogrid https://photo-grid-collage-maker.en.uptodown.com/
  • Snow https://snow-selfie-motion-sticker.en.uptodown.com/
  • Huji https://huji.en.uptodown.com/
  • ColorStory https://acolorstory.com/
  • Snapseed https://snapseed.online/
  • Lightroom https://lightroom.adobe.com/
  • Darkroom http://darkroom.co/

Sou uma pessoa que praticamente só trabalha pelo celular – são raros os dias em que consigo sentar no computador para produzir conteúdo, responder email, resolver pendências… é tudo no iPhone, e viva a tecnologia! Moro em Londres e minha equipe fica no Brasil, e fazemos tu-do dessa maneira mobile / on the go.

Por conta disso, adoro descobrir aplicativos que me ajudem a ser mais organizada, produtiva, eficiente… Também tenho alguns truques que me permitem focar em algo no celular sem mil outras distrações. São ótimas dicas para tirar máximo proveito dos smartphones, úteis mesmo para quem não trabalha com isso como eu! Nesse post, compartilho os aplicativos que mais uso no dia a dia. Vamos a eles:

. Pocket: Quase tudo que leio hoje em dia é através de newsletters. Gosto de receber as notícias e matérias do meu interesse no meu e-mail, acho mais fácil do que ficar entrando ativamente nos sites todos os dias – até porque quase nunca estou no computador! Assino news de diversos tipos, desde jornais para saber as notícias do mundo, passando por algumas específicas de moda e beleza, outras de tecnologia.

Mas não é sempre que consigo ler tudo naquele exato momento, e o Pocket vem para salvar: clico nas matérias que me interessam e salvo no app, que não só passa a reunir uma seleção minha do que quero ler de cada newsletter, mas também disponibiliza tudo off-line – perfeito para ler no avião, por exemplo! A vantagem é que assim consigo dar uma limpada no meu e-mail, sem acumular (tantos) não lidos, mesmo que não tenha tempo para efetivamente ler tudo o que gostaria.

. Feedly: Funciona mais ou menos como o Pocket, reunindo várias publicações, mas é um leitor de RSS. Então cadastro dentro dele todos os blogs que gosto de acompanhar e lá fica mais fácil para dar uma olhada geral no que está rolando – é bem legal porque você vê tudo de uma vez sem precisar ficar abrindo abas.

. Google Calendar: Sempre fui uma pessoa completamente apaixonada por agendas de papel e adoro escrever a mão, fazer listas, mas chegou uma hora em que precisei me entregar às agendas virtuais. Primeiro porque minha equipe precisa acessar a minha agenda, o que obviamente não é possível com uma agenda analógica. Também porque gosto de usar bolsas pequenas, e muitas vezes a agenda não cabe. E eu sou daquelas que anota TUDO senão esqueço. Minha escolhida foi a Google Calendar, por recomendação de uma amiga. Sou bem familiarizada com o funcionamento dos apps do Google, e foi fácil me adaptar, fora que ela tem ótimas funcionalidades, dá para “pintar” os compromissos com cores diferentes, mandar convites que chegam por e-mail ou confirmação de vôos direto para o seu Google Calendar, fazer lembretes, entre outras coisinhas.

. Falando em e-mail… esse post foi na verdade um vídeo que entrou na TV Beauté, aqui, e nele cito o Astro, app de email que eu AMAVA, mas parou de existir. Choros! Desde então, não achei um substituto – o app do Gmail é ótimo, mas não permite ter várias contas juntas, e eu tenho 3 que gosto de às vezes ver individualmente, às vezes ver junto. No momento estou usando o app do próprio iPhone, que teve algumas melhorias interessantes, mas ainda sinto falta de outras alternativas. Quem tiver dicas de aplicativo para e-mail, aceito!

. Boomerang: Não estou falando da extensão do Instagram que faz aqueles videozinhos vai-e-volta divertidos (que também adoro, mas não faz muito pela produtividade no celular haha). Esse Boomerang é uma extensão para e-mail no desktop. Tem funções como te devolver um e-mail que não foi respondido para que possa fazer follow up, ou te lembrar de responder algo que parece importante, ou você mesmo marcar para um determinado email voltar para sua caixa de entrada em um momento mais oportuno. Também dá para pausar o inbox para você não ficar conferindo toda hora se chegou e-mail novo, e assim não perder o foco em alguma atividade que precisa de atenção. É uma super ajuda!
*Recentemente o próprio Gmail agregou algumas dessas funções em seu novo inbox, vale a pena experimentar! Mas isso tudo é para Desktop, no celular ainda preciso encontrar algo melhor ;)

. Trello: Plataforma excelente para quem trabalha em equipe e precisa compartilhar informações. Ele serve basicamente para fazer painéis. No Dia de Beauté, por exemplo, temos uma coluna para posts em andamento. Aí lá a gente coloca tudo que está em produção e escreve status como “imagem ok, falta texto”. É ótimo porque dá para subir imagens, dá para subir nota, tem um chatzinho para fazer pedidos rápidos, colocar etiquetas coloridas para saber em qual fase estão as atividades. Outras colunas de organização do DDB são: vídeos para gravar, ideias de leitoras que rendem posts, próximos posts do Instagram, etc.

. Modo Noturno: Não é um app, mas uma função do iPhone que uso MUITO. É ótimo para quem, assim como eu, não quer perder nenhuma notificação, mas não pode ficar conferindo o que chega em tempo real por motivos de: FOCO. Quando o iPhone está com a “luazinha” ligada, ele acumula todas as suas notificações, mas não faz barulho, nem vibra, nem pisca, evitando distrações. Recomendo muito, e tenho “a lua” configurada não só para quando o iPhone está travado, mas também quando estou usando um app e não quero outras coisas piscando em cima roubando minha atenção. Mesmo no WhatsApp (trabalho MUITO por WhatsApp), configurei para outras mensagens não piscarem enquanto estou respondendo alguma. Também ajuda bastante a não deixar o cérebro maluquinho. Tem gente que prefere desativar totalmente as notificações do celular, mas eu gosto de deixar elas “no fundo”, assim se puxo a tela consigo ver se tem algo mais urgente rolando em outro canto…

. Spotify: AMO ouvir música e sou superfã desse esquema de você ter acesso a um mundo de músicas no sistema streaming. Pago o Premium para poder ouvir tudo sem comerciais e super vale a pena. Dá para fazer playlists, descobrir artistas novos com as playlists personalizadas que o próprio Spotify faz com base no que você costuma escutar e, o melhor, salvar as playlists para ouvir off-line quando você não tem sinal. Também excelente para o avião.

. Loggi e Rappi: quando gravei o vídeo original de apps, o Rappi não existia, mas não poderia deixar de estar nesse post atualizado! Uso muito esses dois apps quando estou no Brasil, o Loggi para fazer entregas e retiradas, o Rappi para comprar algo que não vou ter tempo ou fazer delivery. Em Londres usava muito o Quiqup, mas ele também parou de existir (por queeee isso acontece, risos).

Aceito demais outras dicas de apps de vocês!



Hello from London! Enquanto vou “desovando” aos poucos os muitos posts que tenho sobre Londres para postar aqui no Além da Beauté, aqui vai um vlog com um roteiro um pouco fora do lugar comum – mas cheio de dicas boas!

Aproveitei uma visita dos meus pais e da minha irmã na cidade para fazer alguns programas diferentes, e achei que valia super gravar vlog para compartilhar com vocês um roteirinho de Londres fora dos clichês turísticos.

Como eles já conhecem Londres, sempre que vão me visitar procuro pensar em lugares novos, explorar bairros menos usuais, e para mim também é ótimo porque morando na cidade às vezes entro na rotina e não faço tantos programas novos!

Dessa vez o foco da programação foi o Coal Drops Yard, revitalização de uma área em Kings Cross que virou um shopping a céu aberto HIPER lindo, com curadoria de lojas e restaurantes que fogem do lugar comum, bem especial mesmo. Também passeamos em
Covent Garden porque eu queria ver a nova loja Blue Bird, uma concept store que adoro na Kings Road e abriu lá, e a incrível delirante loja de chás da Mariage Frères.

Também aproveitei para mostrar o look que usei nesse dia, ótima dica de combinação confortável para bater perna e quentinha para proteger do frio.

Assistam para ver o roteiro completo!

Uma amiga vem para Londres com o namorado e sempre fica no Berkeley, mas queria conhecer outro diferente, que fosse moderninho / descolado. Essa foi a lista de sugestões que mandei para ela! Budget: ££/£££

Todos os hotéis da rede Firmdale – são mega charmosos e tem em vários bairros da cidade. Meus favoritos são o Dorset Square em Marylebone, o Ham Yard no Soho e o The Knightsbridge em Knightsbridge.

Agora várias opções de hotéis lindos e descolados, mais para o estilo moderninho. Todos bem centrais:

Chiltern Firehouse, em Marylebone – é do mesmo dono do Chateau Marmont em LA, o que já diz tudo. Mega estiloso e tem um dos melhores bares da cidade (bem chatinho de entrar, ser hóspede ajuda!) Amo o restaurante também.

Dean Street Townhouse, no Soho – vizinho do restaurante descolex de mesmo nome, é parte do grupo Soho House, ou seja, hiper descolado.

The Bloomsbury – fica do lado do British Museum, pertinho do Soho, Covent Garden e Holborn, ou seja, em uma das regiões mais agitadas e centrais de Londres. É lindíssimo, hiper instagramável, mais estilo boutique.

The Beaumont, em Mayfair – bairro hiper central, mas um pouco menos agitado que o Soho, Mayfair é sempre uma boa escolha de região para ficar. O Beaumont é dos mesmos donos do Wolseley, um dos restaurantes icônicos de Londres (post sobre restaurantes saindo em breve!), tem aquele clima chique bem inglês, restaurante ótimo e spa idem!

Kimpton Fitzroy, em Holborn – um dos mais novos da cidade, estive no Neptune, o restaurante de lá, e fiquei boba com o lugar. Bem grandioso, e como acabou de ser todo reformado está “fresquinho”!

The Henrietta Hotel, em Covent Garden – outro mais estilo boutique, menorzinho, fica em uma rua fofa em Covent Garden e também é hiper instagramável.

Bem modernos:

Hoxton, em Holborn ou em Shoreditch – o original é o de Shoreditch, que é O bairro que “puxou” todos os modernos para East London, e alguns anos depois eles abriram o de Holborn, que também virou um hub moderninho. O Hoxton é sempre agitado, cheio de gente jovem e descolada, também ótima opção de restaurantes.

Ace, em Shoreditch – outro hotel instituição modernex de Shoreditch, parte da rede que tem também hotéis em Nova York, Los Angeles e outras cidades dos EUA. Bem lindo e artsy.

Nobu Hotel, em Shoreditch – apesar de não ser exatamente uma rede moderna, o Nobu resolveu abrir seu primeiro hotel em Londres no bairro descolex. A arquitetura é incrível e pode ser uma opção bemmm legal para quem já conhece bem o básico de Londres e quer experimentar ficar em East, mas sem tanta modernidade!

The Ned, na City – outra opção incrível para quem já é “iniciado” em Londres e quer explorar regiões diferentes. Na verdade a City é super business, centro financeiro, não tem tantas atrações (mas é uma parte super antiga da cidade, então para quem gosta de história é legal!). A graça, nesse caso, é o hotel mesmo – uma joint venture do Soho House com a rede de hotéis Americana Sydell Group (donos do NoMad em NY) que transformou a antiga sede de um banco em um dos lugares mais legais de Londres atualmente. Tem hotel, tem members club (que os hóspedes podem acessar), e tem vários restaurantes (incluindo um Cecconi’s) e bares hiper animados que são abertos para o público. Vale ir mesmo que só para conhecer, sem ser hóspede, o negócio ferve!

Descoladinho com bom custo beneficio:

Z Hotel, em Marylebone – se você não está muito interessado na experiência hoteleira, já que pretende passar o dia todo explorando Londres (justíssimo!!), mas quer um lugar bem localizado e simpático, essa é uma excelente pedida!

Recebo esse pedido com frequência! A lista está em constante mutação, então vou manter esse post aqui e sempre atualizar com mais opções e a data.

Notem que são os “hot spots”, não meus favoritos eternos de Paris, esses vêm em outro post.

13 de março de 2019
. BB Le Restaurante – Dos mais lindos que já vi, no bairro happening da hora em Paris, Pigalle. Fica dentro de uma academia (chiquérrima), não estranhe! Almoço ou jantar.
. Pink Mama – Chegue cedo pois não reserva, e o lugar bomba! Um dos vários restaurantes do Big Mamma Group, que está agitando Paris. Também em Pigalle.
. Marcello – Um italiano hiper simpático escondidinho em St Germain. Delicioso, bom para almoço.
. Le Brebant – Visualmente incrível, ótimo para um brunch ou almoço.
. Season – outro concorrido tipo fila na porta, tem um estilo meio brunch americano com panquecas, bem descolado.
. Alcazar – Não é tão novo, mas para quem não conhece vale a pena. Bem bonito e animado. Mais cara de jantar
. Girafe – O novo point com vista no Trocadéro. Almoço ou jantar, depende se você quer ver a Torre Eiffel de dia ou à noite!
. Loulous – Point que se mantém há algumas temporadas, fica no Musée des Arts Décoratifs. Adoro que é de comida italiana para variar um pouco. O terraço é delicioso, também bom para almoço ou jantar.
. Freddy’s – Dica de um amigo insider, não consegui ir, mas está na lista! Animadinho, bom para um jantar tarde com drinks em St. Germain.
. La Belle Epoque – outro que já está rolando há algumas temporadas, mas segue hiper concorrido e legal. Lugar lindo, descolado e comida ótima.

Foi um red carpet cheio de fortes emoções para o Oscar 2019: muito pink, muito volume, muito brilho, muita chiqueria. Achei que teve mais ousadia que o normal, e curti muito por exemplo o Valentino rosa volumoso de Gemma Chan (pra mim das melhores no geral nessa temporada de prêmios), o Giambatista Valli da Kacey Musgraves, o Dior elegante & sexy da Charlize Theron.

Também amei Lady Gaga numa vibe super clássica Audrey Hepburn feelings com o tomara que caia preto + luvas (eu AMO luvas) e usando o icônico diamante amarelo da Tiffany – com 128 quilates, é o segundo maior do mundo. Fiquei UOU quando vi Gaga com ele, lembrando demais da primeira vez que que fui para Nova York e fiz um tour guiado pela Tiffany da Fifth Avenue, e ele mora lá em exposição e me marcou muito!

Na galeria abaixo, meus looks favoritos / queria usar um dia. E vocês, o que acharam desse ano?

{Fotos: Frazer Harrison, Steve Granitz, Jeff Kravitz, Rick Rowell | Getty Images}

Quando falamos em eventos de gala, casamentos e outras ocasiões pomposas, é sempre uma boa ideia olhar para os tapetes vermelhos para se inspirar para a produção. Entre janeiro e fevereiro, várias cerimônias de premiação acontecem em Hollywood, encerrando com o Oscar esse domingo – quem também está animado? Eu adoro acompanhar tudo, e entrei no clima para falar sobre tendências em vestidos de gala, acessórios e outras dicas interessantes para você arrasar no próximo festão em um post especial para o Style Guide da Farfetch.

Confiram aqui!

Sempre recebo perguntas sobre os meus piercings, já que uso eles muito – e são todos realmente MARA –, então resolvi fazer um vídeo especialmente para responder sobre esse tópico! Como a maioria de vocês já sabe sabe, eu não tenho orelha furada – o que costuma causar certa comoção nas pessoas, até já fiz um vídeo falando especificamente sobre isso, risos (aqui). Se eu não tenho nem o furo normal de brinco, é claro que os outros também não existem – então eu mergulhei com tudo quando começaram a aparecer os tais piercings de mentira. Como nunca tive aquele brinquinho do dia a dia, já que não tenho furo, era uma pessoa ou zero brinco ou brincos enormes de pressão. O piercing fake entrou para tapar esse buraco na minha vida, do brinco delicado / discreto nosso de cada dia.

No vídeo acima, falo um pouco sobre cada um deles (a coleção parece crescer a cada dia heheh). Tem de pérola, de brilhante, com design mais arrojado… É um acessório que nem todo mundo lembra que existe, e acho que dá um efeito mega legal – apesar de pequenos, muita gente repara e comenta. A boa notícia é que tem MUITA loja lançando esses piercings de mentira (que em inglês são chamados de “cuffs”), então tem cada vez mais opção, para todos os gostos.

Os cuffs/piercings fakes que eu uso no vídeo são:
Victoria Sayeg: (aqui) e (aqui)
Astley Clarke: (aqui)
By Camila Carril: (aqui) e (aqui)
Rosie Fortescue Jewelry: (aqui)