Amo e admiro Londres por diversos motivos, mas um dos principais é sua absoluta pluralidade, infinitas opções, mistura de estilos, uma cidade onde você realmente pode ter experiências completamente diferentes só de “viajar” de um bairro para outro. Então achei que valia fazer um pequeno roteiro para se situar entre seus muitos bairros legais de explorar, antes de começar com meus (vários) posts de dicas da cidade – aguardem restaurantes favoritos & bares e pubs favoritos entrando em seguida!

Londres é uma cidade gigante e que nunca estaciona, há sempre um novo bairro para se descobrir, uma área da cidade que é revitalizada por conta de uma nova atração, enfim, parece mil cidades em uma! Nesse leque, há bairros bem diferentes entre si, e eu acho legal entender essas diferentes vibes na hora de escolher o que você quer explorar, ou até de pensar no look. Porque é um fato: dá para se vestir do jeito que você quiser em Londres, mas um traje de gala em East London ou jeans rasgado e tênis para jantar em um restaurante badalado de Mayfair às vezes não dá match (seria mais o contrário!)

Mayfair, Chelsea, South Kensington, Knighstbridge costumam ser mais arrumadinhos, East London é mais descolado (Shoreditch, Hackney, Islington, Angel), bem como Camden e Brixton. Já Soho, Covent Garden e Notting Hill são mais neutros. Só para citar alguns dos muitos bairros de Londres. Abaixo falo um pouquinho mais sobre eles, e em breve aqui no Além da Beauté vou compartilhar também um resuminho de dicas de passeios em Londres focado nos bairros, porque cada um deles é uma atração à parte!

Soho: o tempo passa, mas o Soho londrino segue agitado, cheio de bares, restaurantes, teatros, lugares alternativos, atrações LGBT+… É mais turístico porque é muito famoso, mas se você quer diversão e não sabe onde ir, aqui não tem erro. Estilo neutro vale tudo. Sempre brinco com meu marido que se estamos achando Londres meio quieta, só ir pro Soho para reencontrar a bagunça haha.

Covent Garden: colado no Soho, também tem muitas opções de bares e restaurantes e, por ser mais turístico, também tem um estilo vale tudo. 

Holborn e Clerkenwell: são bairros perto do Soho, mas que deram uma bombada mais recentemente – então você acha muita coisa legal, mas mais novo e, portanto, mais descolado. Porque em Londres é meio assim: os modernos e os jovens vão sempre migrando para os lugares mais novos!

Kings Cross: era um bairro sem grandes atrações, mas depois da MEGA revitalização e construção do Coal Drops Yard e muitos prédios e espaços de loja, mudou total. A famosa escola de moda Central Saint Martins realocou pra cá um tempo atrás e ninguém entendeu nada, mas agora faz sentido, a área está demais. O canal é um bônus especial, com alguns pubs e restaurantes na beira, super vibes.

Mayfair: movendo para um bairro bem mais posh, o termo que eles usam para o que melhor defino como: perua. São os restaurantes mais bling, se estiver afim de se arrumar é um dos melhores lugares. Tem também as lojas mais chiques ao longo da Bond Street, e alguns dos lugares mais tradicionais de Londres estão aqui. Então não é só bling, é uma coisa mais “chiqueza inglesa”.

Knightsbridge: bairro muito famoso por ser o lar de dois dos melhores museus – Victoria & Albert e Natural History – e também onde fica a Harrods. Logo embaixo do Hyde Park, aqui é uma chiqueza mais internacional, muito popular entre os árabes. Tem ótimos restaurantes e também lojas mara, e o estilo é mais arrumadinho.

Chelsea e South Kensington: onde fica a icônica Kings Road, que era o point dos jovens rebeldes dos anos 60. Hoje também ficou mais arrumadinho, são bairros fofos demais e com pegada residencial, mas com comércio.

Belgravia e Pimlico: vizinhos de Chelsea / Knightsbridge, mas menos conhecidos, tem coisas fofíssimas para explorar, tipo a Elizabeth Street.

Notting Hill: esse não precisa de muita apresentação né, costuma estar na lista de todos os turistas londrinos por causa do filme e do mercado de rua Portobello Market. Com certeza um lugar imperdível para visitar, diria que de vibe bem neutra em termos de estilo também. 

Marylebone: um bairro que não é tão conhecido, foi ficando mais com o tempo, daqueles bairros “entre bairros mais famosos” que não eram tão explorados, mas é super legal. Ficou mais famosinho depois que o hotel Chiltern Firehouse abriu ali, e tem uma High Street (a rua principal dos bairros, onde tem comércio, restaurantes, cafés etc) foférrima e cheia de lojinhas legais. Fica colado em Mayfair, mas é bem menos “esnobe”.

Hampstead: uma joia na cidade, não tão central, mas longe de ser distante, e parece que você chegou num vilarejo do interior. Tenho o maior apego por essa área! É mais família, tem mais ingleses, super vale o passeio.

Shoreditch: agora entrando nos bairros mais descolados, Shoreditch foi o primeiro point de East London que entrou na rota do turismo há uns 10 anos atrás – mais ou menos na vibe do Meatpacking District de Nova York há mais tempo, que era uma área mais suja e sem muitas atrações, porém bem mais acessível que o centro de Londres, e aí atraiu a comunidade criativa que renovou totalmente as redondezas. Hoje Shoreditch já é considerado turístico, já ficou bem mais caro e muita gente mais jovem já não está por lá, mas é demais para passear! Alguns pontos bem famosos são o Old Spitafields Market e a Brick Lane.

Islington / Hackney / Bethnal Green / Dalston: parte do “rolê” East London, são os points onde tudo de mais novo e descolado acontece – justamente por conta desse movimento do pessoal criativo. São bairros menos “Londres cidade perfeita fofinha limpinha”, mas justamente o que torna a cidade TÃO incrível e rica e diversa!! Fundamental incluir pelo menos um dia ou tarde / noite para passear pelo East numa viagem para Londres.

Camden: era o mais descolado antes do East bombar, ainda tem bastante coisa legal, mas acabou ficando mais turístico!

Brixton: também na seção descolada, mas fica no sul de Londres. É onde os jovens vão para sair, e tem muitos locais também. Coisas bem legais para descobrir, mas é do tipo que precisa de uma pesquisa prévia para saber onde ir!

Bermondsey: também fica para baixo do Rio Tâmisa, mas uma região bem mais conhecida por ser o endereço do museu Tate Modern e do Borough Market, mercado de comida que é super legal. Mas vejo muita gente que vai lá e não explora a parte de trás, que é a simpática ruazinha Bermondsey Street. Tem bastante gente das artes por aqui, e também bastante locais!

BOM, por hora é isso. Com certeza deixei lugares de fora, porque como falei Londres é enoooorme e um post completo nunca vai existir. Mas espero que ajude a dar o clima e preparar vocês para os conteúdos de Londres que entrarão a seguir!

Sou totalmente apaixonada por Lisboa, e já era hora de compartilhar meu roteiro com bairros, passeios, restaurantes, bares, lojas e etc favoritos da cidade. A capital de Portugal tem tantas qualidades que fica difícil resumir em uma frase, então vou tentar em um parágrafo:

Tem muuuita história (interessante para qualquer um, mas em especial para nós brasileiros), tem os azulejos mais absurdos espalhados por todo canto (apenas tente não tirar fotos a cada esquina), tem aquele charme de cidade que passou por uma crise e conseguiu sair bem dela, com uma cabeça aberta e vários lugares descolados, tem pessoas fofas demais (o que dizer dos Portugueses!), tem um mix excelente de antigo e moderno, tradicional e jovem, tem preço camarada no geral, considerando as outras capitais europeias, e tem comida e bebida di-vi-nos. Ah, e tem quase 300 dias de sol por ano, o que não é grandes coisas para os brasileiros, mas para os europeus é uma bela atração. 

Por essas e outras, Lisboa é um dos destinos mais cobiçados do momento, e como tenho a sorte de visitar a cidade com frequência, já pude juntar alguns bons conhecimentos locais, que vivo compartilhando com amigos que vão para lá, e que vocês podem ler a seguir — vou logo avisando que, fervilhante como é, Lisboa tem sempre muita coisa nova para descobrir, então use esse roteiro como base e fique esperta para captar as novidades!

Aviso também que este post não pretende ser um roteiro master-mega-completo do turismo lisboeta, não inclui alguns dos pontos turísticos básicos, por exemplo, mas esses são fáceis de descobrir né! Ele é mesmo um roteiro mais geral com mix de coisas que gosto de fazer quando estou por lá. 

AH, muito importante: nem pense em levar mil saltos para Lisboa — é uma cidade deliciosa para se descobrir a pé, e com tantas subidas e descidas e um chão de pedra super escorregadio, é quase missão impossível ficar andando de salto por lá. Aproveite que looks com tênis estão super em alta e aposte neles para fazer turismo e em flats bonitinhas para sair à noite.

Os bairros

Eu gosto de descobrir cidades focando em bairros, assim você organiza melhor o dia e otimiza seu tempo — então sempre anoto os vários lugares que quero conhecer na cidade e jogo tudo no Google Maps ou até num mapa de papel #oldschool para fazer o roteiro. Meus bairros favoritos para bater perna e se perder em Lisboa são: Chiado, Bairro Alto e Príncipe Real.

Também gostei de conhecer Alfama, e um pouco mais afastado tem Belém e Cascais (que já são considerados outras cidades, mas para os parâmetros de uma paulistana morando em Londres são perto demais de Lisboa para isso haha). Minha mãe, que passa bastante tempo em Lisboa e é a melhor guia, também recomenda passear pelos bairros Estrela, Lapa e Santos.

Passeios que recomendo

. Palácio dos Marqueses de Fronteira: Lugar deslumbrante! Foi construído em 1671 e sua arquitetura é cheia de detalhes maravilhosos. 

. Palácio de Queluz: Bem histórico, é mega interessante para saber mais sobre a história de Portugal (e consequentemente sobre a nossa). É um dos últimos prédios de Lisboa que seguiram o estilo rococó, super lindo.

. Castelo de São Jorge: Imperdível subir no castelo para ver as ruínas e a vista lá de cima.

. Museu do Azulejo: Confesso que ainda não fui, mas minha mãe fala que é imperdível então tomem nota e visitem. Sou obcecada pelos azulejos de Portugal, então imagino que seja mesmo incrível e já está no topo da minha lista para minha próxima ida a Lisboa.

. Monastério dos Jeronimos: é um dos pontos turísticos mais famosos de Lisboa, e vale a pena entrar para conhecer — bastante história e o lugar é lindo.

. Museu Nacional dos Coches: Siga ali pertinho para esse museu que abriga as carruagens antigas da realeza portuguesa, interessantíssimo.

. Museu Maat: Mistura arte, arquitetura e tecnologia, mas gosto mesmo é do prédio em si e de ficar curtinho ele sentada na beira do Rio Tejo vendo o visual.

. Fundação Champalimaud: Erguida por um colecionador milionário, vale a pena pela arquitetura do prédio e pela localização a beira do rio Tejo. Fica pertinho do Mosteiro e dos museus dos Coches e Maat, e perto de Belém, é um bom roteiro para aproveitar em uma manhã ou tarde.

. Falando nisso, super vale a pena dar um pulinho em Belém para ver a famosa Torre (sugiro ver de longe mesmo, não tem nada muito emocionante dentro e fica sempre lotado) e conhecer o Mosteiro dos Jerónimos, além de experimentar os famosos pastéis de Belém (eu também a-mo os pastéis de nata da Manteigaria, no Chiado, mas ir a Belém sem comer os pastéis não tem graça!).

. LX Factory: Apelidei carinhosamente esse complexo de lojas e restaurantes instalado numa ex-fábrica perto do rio de “Descolândia”, porque é hiper descolado. Adoro fuçar as lojinhas e subir no bar / rooftop Rio Maravilha para ver o pôr do sol.

. Parque Eduardo VII: É o maior parque do centro de Lisboa, com lindos jardins e uma estufa incrível.

. Miradouro S. Pedro de Alcântara: um dos lugares que mais gosto no Príncipe Real, tem uma beleza e simplicidade que encantam e uma super vista. É um bom ponto de partida para passear pelo Principe Real, andando por ali você encontra vários restaurantes e lojinhas legais, como a Casa Pau Brasil, especializada em marcas brasileiras (o que pode não ser tão fantástico quando está indo do Brasil, mas vale a pena ver a beleza do casarão e nossas marcas representando na Europa!).

. Fundação Gulbekian: Outro milionário colecionador que deixou seu legado para Lisboa, uma coleção enorme e cheia de preciosidades, além de um belo jardim. Eu adoro esses museus que são a antiga casa da pessoa, com a coleção pessoal mesmo, acho que tem uma alma diferente.

Restaurantes que amo

Diria que o grande trunfo da cena gastronômica de Lisboa é o mix de restaurantes super tradicionais, daqueles com toalha branca, serviço mais formal e a divina culinária tradicional de Portugal, com muito peixe, frutos do mar e arrozes, e os restaurantes mais moderninhos, descolados, casuais, mas igualmente deliciosos. Difícil ficar entediado em Lisboa quando o assunto é comer…

Aqui vão os lugares que não saem da minha listinha de recomendações. 

. Cantinho do Avillez: José Avillez é sem dúvidas o chef mais prolífico de Portugal, dono de 12 (!) estabelecimentos no país, entre bares, restaurantes e cafés. Todos são ótimos e merecem visita, mas o Cantinho (o mais conhecido) e o Patio (um complexo com alguns restaurantes dentro, bem legal) são meus favoritos. O Belcanto é o mais gourmet e também vale a visita.

. Jncquoi: Um dos restaurantes mais badalados do momento, com certeza um must go nem que seja só para drinks. Tem dois ambientes — em cima é mais formal (fundamental reservar), embaixo é um enorme balcão que fica bem animadinho, mas também dá para comer. Uma delícia e super lindo (e mais arrumadinho também, em termos de dress code). Não deixe de prestar atenção na pequena filial da livraria Assouline, que fica no piso inferior, e no DJ que fica no banheiro (!). 

. Prado: Abriu faz pouco tempo e está em alta entre o pessoal que adora gastronomia e combinações diferentes. Tudo é preparado com ingredientes portugueses frescos que variam a cada estação, mas não espere nada da culinária tradicional portuguesa aqui — é do tipo gourmet experimental, para ir com a cabeça aberta e se surpreender. 

. Sea Me & A Cevicheria: Os dois são mais casuais, mas excelentes para saborear frutos do mar e ceviche de qualidade. Você pode escolher os peixes frescos direto de um balcão de peixaria no Sea Me, que faz também ótimos sushis. Já n’A Cevicheria, que ficou famosinha no Instagram graças ao enorme lustre de polvo que domina a decoração, o cardápio tem muitos ceviches, claro, e um mix de pratos com influência portuguesa e asiática.

. Tapisco: Também super casual, é a pedida para petiscos e tapas + bons drinks. Fica super animadinho fim de tarde, com pessoas esperando na calçada, super vibes.  

Agora vamos aos restaurantes mais tradicionais…

. Aqui há peixe: Esse é um dos que mais gosto para comer arroz com frutos do mar, e tem ótimos peixes também, como o nome sugere.

. Gambrinus: É preciso se esforçar para não comer demais no aperitivo (uma palavra: croquetes), mas compensa, a comida é divina.

. Magano: Segundo minha mãe, uma dedicada pesquisadora de batatas fritas, é a melhor batata do mundo. Só isso já vale a visita né? 

. Solar dos Presuntos: Um dos mais famosos de Lisboa, comida ótima e praticamente um ponto turístico — não se surpreenda se esbarrar com algum famoso por lá.

. Bica do Sapato: Outro restaurante mega tradicional, com vista para o rio Tejo e três ambientes, um restaurante, uma cafeteria e um sushi bar. Curiosidade: é um dos favoritos do Christian Louboutin, que ama Lisboa e está sempre por lá.

. Mar do Inferno: Fica em Cascais e é um dos meus super favoritos pela experiência completa. Passeio em Cascais, ver a praia e almoçar divinamente. Dá para ir de trem de Lisboa, bem fácil.

E por fim, três pontos que valem super a visita:

. Mercado da Ribeira: Um dos pioneiros na tendência de mercados que são uma espécie de praça de alimentação da melhor qualidade, com todos os chefs badalados de Portugal com seu cantinho. Sem dúvidas a melhor opção se você não vai ter muitos dias na cidade, porque dá para experimentar um pouco de cada! Mas vale avisar que hoje em dia é beeem lotado, se quiser aproveitar bem tente horários um pouco alternativos.

. Casa dos Ovos Moles: O paraíso na Terra para quem gosta de doces de ovos, a grande especialidade de Portugal quando falamos em sobremesa. Eu sou fissurada em doces de ovos e não vou a Lisboa sem passar nessa loja simpática que reúne doces vindos de todos os cantos de Portugal.

A história dos doces de ovos é muito interessante: quando o país era cheio de conventos, as freiras usavam clara de ovo para engomar os hábitos, e para não desperdiçar a gema, passaram a fazer doces adicionando açúcar + ingredientes típicos da sua regiāo, como amêndoas ou laranja. Muitos conventos foram extintos na época da revolução de Salazar, mas as receitas se mantiveram nas famílias e continuam sendo feitas hoje — sorte a nossa! 

. A Manteigaria: Falei dela brevemente ali em cima na dica de Belém, mas é meu pastel de nata (outra maravilhosa invenção doce de Portugal) favorito em Lisboa. Fica bem no coração do Chiado e só serve isso, as fornadas saem o tempo todo e é super fácil pegar um fresquinho e quentinho. Um sonho.

Bares que valem a visita

Lisboa é uma cidade jovem, animada, e que atrai muitos turistas igualmente jovens e animados, então dá para imaginar que a cena noturna é… Exatamente, bem animada! Recomendo andar meio sem rumo e ir descobrindo lugares inusitados, e também explorar os quiosques espalhados pela cidade, tem alguns bem legais.

Lisboa também arrasa nos rooftops — a cada momento tem um novo e badalado, os que já fui e gostei são os Topo (Martim Moniz, Chiado e Belém), e tem também o Park, que não fui, mas me recomendaram.

Outro que é diversão garantida é a Pensão do Amor, bar / balada onde antigamente funcionava um bordel — a decoração tem essa pegada e está sempre bombando. 

Hotéis

Eu normalmente fico em apartamento em Lisboa (aliás, a cidade tem uma infinidade de opções de apartamentos estilo Airbnb, e é um jeito legal de viver a experiência lisboeta). De hotel só fiquei no Ritz Four Seasons e no Tivoli Avenida da Liberdade, ambos excelentes, bonitos, serviço impecável. Mas angariei algumas dicas de hotéis para compartilhar com amigos e deixo aqui também:

. Ritz Four Seasons: é o grande hotel de luxo de Lisboa, super tradicional, super lindo, para uma experiência especial.

. Tivoli Avenida da Liberdade: adorei ficar lá, ótima localização, quartos espaçosos, serviço top.

. Memmo Principe Real: Mais estilo hotel boutique, bem no coração do Principe Real, tem piscina com vista e é super simpático. A rede tem outro hotel em Alfama e também em Sagres, no Algarve.

. Verride Palácio de Santa Catarina: Fica em um miradouro perto do Museu da Farmácia, ou seja: mega vista. É um imponente palácio de 1700 todo restaurado, decoração lindíssima. 

Hotel Bairro Alto: está reformando há mais de um ano, mas prestes a reabrir, com o dobro do tamanho. É uma super opção entre um hotel de luxo maior e os hotéis boutique, numa localização maravilhosa no coração do Chiado. O bar era super badalado e imagino que retorne ainda melhor depois da reforma, e o chef português Nuno Mendes, que comanda a cozinha do Chiltern Firehouse em Londres, será o responsável pelo restaurante.

Adoro pensar em um moodboard quando faço minhas malas de viagem. Às vezes tiro da minha cabeça, outras me baseio no evento / lugar que eu estou indo visitar – não é algo imprescindível, mas acho que ajuda muito a pensar nos looks. Como recebo muitas perguntas de vocês sobre como fazer mala / como pensar em looks de viagem, aqui vai um “raio-x” da minha mala para Jaipur, na Índia.

Nessa viagem (conto mais sobre ela neste post aqui) com a Clinique, o tema era Pink Oasis, então a marca sugeriu para alguns dos eventos o uso de roupas em tons de rosa (assim como foi na viagem do México do ano passado, relembre aqui).

Além disso, eles avisaram que teríamos muitas oportunidades diferentes para tirar foto ao longo do dia e também um intervalo para nos trocarmos. Eu nunca faço isso, sempre levo um look para o dia e um para a noite, mas aproveitei a oportunidade para levar dois looks para o dia e tirar vááárias fotos nos cenários lindos que eles nos levaram, sem dar aquele problema em viagem que é: mil fotos, mil momentos, todos com a mesma roupa. Quem nunca!

Me joguei total no tema da viagem e levei algumas das peças rosas que tenho no meu guarda-roupa – que curiosamente são muitas, entre roupas e acessórios. Completei com itens de cor clara para usar nos dias de fazer turismo. Importante, tem que ser tudo muito leve e fresco e ao mesmo tempo que não mostre muita pele.

Fomos para Jaipur em uma época do ano que já é super quente, então tínhamos esse desafio de nos vestir em uma temperatura de mais de 40 graus sem morrer de calor. Além disso, a Índia é um país bem conservador, e não é adequado sair em público com roupas nem muito curtas, nem que mostrem muito colo / braços. Dentro dos hotéis o esquema é mais tranquilo, mas é preciso ter cuidado na rua e em pontos turísticos para respeitar a cultura local. Então, com base nisso tudo, cheguei nestes looks que vocês podem ver abaixo.

Para o welcome drink, que foi no nosso hotel mesmo e já tinha um cenário todo Pink Oasis, usei um vestido rosa hiper antigo da H&M. Ele é um pouco mais curto e de alcinha, mas não tem problema porque a gente estava ali no ambiente do hotel.

Para fazer turismo no primeiro dia, optei por um conjunto fofo & confortável de calça jogging com tecido mais arrumadinho, mas fresco, e uma camisa rosa bem levinha, ambos da Amaro, que tenho há mais de um ano. De tarde, fomos tomar chá no jardim de um hotel mega lindo. Usei um vestido de linho branco, também de alcinha, mas fui tranquila por ser dentro de hotel, e aproveitei para estrear a minha bolsa nova da Chanel que, por coincidência, é rosa. Detalhe: em todos os momentos que usei roupas que mostrassem o ombro, levei um lenço bem levinho caso precisasse me cobrir.

À noite nesse mesmo dia, usei um vestido lilás da Framed, marca do Gallerist, porque quando entrei no Instagram do Caffé Palladio, restaurante onde iríamos jantar, achei que ele combinava perfeitamente com o cenário. (Não reparem que a foto foi feita de dia, porque achei o ambiente tão lindinho que voltei lá com a mesma roupa para fazer fotos com uma luz melhor haha).

No dia seguinte, começamos bem cedo para passear em alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Aí escolhi um vestido branco de algodão levinho, mas mais longo e que cobre o ombro – talvez vocês se lembrem desse vestido, uma camisola dos anos mil novecentos e bolinha que encontrei em um brechó em Firenze. Também usei nesse dia usei uma faixa / turbante da Aperse.

Para a atividade da tarde, um almoço seguido de um momento na piscina do hotel Sujan Raj Mahal Palace, usei um look com um toque vintage que achei que combinava com o ambiente retrô: saia da Topshop que tenho há milênios e camisa de manga curta com um tecido bordado com flores rosas da Sussan Shokranian.

E a viagem terminou com um super jantar tradicional no qual o dress code era sari, o traje formal indiano, ainda usado em casamentos e cerimônias (muitas mulheres indianas inclusive usam o sari no dia a dia mesmo). Foi uma experiência incrível escolher o sari junto com as influencers indianas, que ficaram contando várias curiosidades e tradições da roupa, e depois ser vestida por uma especialista. É uma verdadeira arte amarrar um sari e seria totalmente impossível fazer sozinha! Achei maravilhoso poder experimentar essa tradição tão especial. Além do sari, os acessórios eram incríveis – fiquei apegadíssima ao que usei na cabeça!

De sapatos, só levei sandálias rasteiras, 3 diferentes que adoro e são ótimas para usar em lugares quentes, mas que também aguentam algumas horas andando por aí. Uma marrom da Zara, uma prateada da Botti que é super arrumadinha e uma de camurça rosa da Blue Bird.

Gostaram desse formato de post contando mais detalhes sobre minha escolha dos looks? Posso fazer mais vezes, porque sempre tem alguma historinha por trás das minhas malas hehe!

Seguindo com o conteúdo da Índia, como prometido no vídeo que entrou aqui, hoje o foco é no roteiro da viagem de Jaipur que fiz com a Clinique, que foi absolutamente maravilhosa. Que cidade linda e cheia de lugares especiais!

No vídeo, e no texto abaixo, falo sobre os pontos turísticos, os hotéis e os restaurantes que visitamos. Foi uma experiência incrível e super recomendo colocar essa viagem na lista de desejos.

Ah, detalhe interessante: Jaipur é conhecida como a Cidade Rosa porque em 1876, para receber a vista do Principe de Gales, o Marajá mandou pintar a cidade toda de rosa, cor da hospitalidade. Então toda a parte antiga de Jaipur tem construções em tons de rosa e terracota, lindo demais.

. Hawa Mahal -O clichê é real: não dá para acreditar no que os olhos vêem quando se está de frente para o Hawa Mahal. Esse palácio, que é um dos cartões postais de Jaipur, foi construído com uma leve inclinação estratégica para que quem está de fora não veja nada, mas quem está dentro consiga enxergar tudinho que se passa na rua. Um verdadeiro espetáculo para começar a exploração na Cidade Rosa.

. The Patrika Gate – Não tem explicação! Não tem explicação! É a entrada do Jawahar Circle Garden, considerado o maior parque em formato arredondado da Ásia. Ele é todo rosé com detalhes em azul, verde, amarelo, hiper decorado com muitos detalhes, sem falar na arquitetura super interessante. Lindo demais.

. City Palace – O palácio onde vive a família real de Jaipur é maravilhoso! Tem alguns pontos interessantes para visitar, os que mais amei foram o lugar onde são feitas festas e as famosas quatro portas decoradas para representar as quatro estações. De tirar o fôlego.

. Gator Cenotaphis – As tumbas da família real de Jaipur não são tão conhecidas quanto os outros pontos turísticos da cidade, mas são simplesmente maravilhosas. Vale muito a visita!

. Não fomos, mas todo mundo recomenda: Amer Fort, outra construção de tirar o fôlego.

Hotéis, restaurantes e compras:

. Rambagh Palace – Um dos hotéis mais lindos de Jaipur. Era uma palácio da família real que foi transformado em hotel, e eu amei ficar lá.

. Sujan Raj Mahal Palace – Fiquei passada com esse hotel, onde passamos uma tarde fazendo algumas atividades. Parece um cenário de filme do Wes Anderson, os mínimos detalhes, os papéis de parede dos ambientes, o carro vintage parado na porta, a piscina… Me falaram que cada quarto é diferente, fiquei morrendo de vontade de me hospedar lá na próxima viagem!

. Jai Mahal Palace – Outro hotel que tivemos a oportunidade de conhecer em uma das atividades. É um palácio que costumava ser a residência do primeiro ministro, e foi convertido em hotel como o Rambagh. Ficamos mais na parte de fora / jardim, que é belíssimo!

. Caffe Palladio – Todo mundo que me deu dicas de Jaipur comentou desse restaurante, e sabido que é, o time da Clinique tinha marcado o jantar do segundo dia justamente aqui! Entrou na lista de restaurantes mais lindos que já fui nesse mundo, a decoração é absurda, tem um pátio super gostoso… Também adorei a comida, um mix de marroquino com italiano.

. Bar Palladio – É o bar da mesma dona do Caffe Palladio, mas em vez do tema rosa / amarelo ele é todo numa paleta de azuis. Não tivemos tempo de ir, mas fiquei morrendo de vontade então deixo a dica!

. Loja Idli – Foi dica da Jane Lauder, a neta da Estée Lauder que é presidente global da Clinique e de quem sentei do lado no último jantar. Preciosa e muito boa, a loja é um charme e as roupas tem uma pegada indiana com olhar ocidental, já que o fundador é francês. Uma mistura que dá muito certo! Tem roupas de mulher e de homem

. No mesmo complexo onde fica a Idli tem algumas outras lojas simpáticas, vale explorar!

. Anokhi – Quem conhece a Índia certamente conhece a Anokhi, e para nossa sorte a maior loja deles fica em Jaipur. Eles fazem tudo de algodão estampado, cada estampa linda, e de tudo mesmo – roupas, roupões (o que estou usando no vídeo inclusive), nécessaires e bolsinhas mil, coisas para a casa… Só posso dizer: vá com tempo, porque é enlouquecedor, vontade de comprar tudo!!! Achei o preço bem justo.

E foi essa nossa viagem! Agora quero voltar para conhecer também Jodhpur e Udaipur, a cidade azul e a cidade dos lagos, que também ficam no Rajastão e todo mundo falou que são algo. Sem falar no Taj Majal – India que me aguarde, eu voltarei!

Quem tiver mais dicas e quiser deixar nos comentários, vou amar!

Pode não parecer, mas fazer um conteúdo caprichado no Instagram / Instastories dá trabalho — planejar o fluxo do conteúdo, fazer fotos bonitas e arrasar na escolha do filtro, subir uma sequência de Stories cheios de informações e recursos visuais… Mas se você quer arrasar nessa carreira, é importante ter certos cuidados. A boa notícia é que tem vários apps que ajudam (e muito) nessa missão, de editores de imagem para tratar fotos sem precisar dominar a arte do Photoshop a apps que oferecem layouts prontos para deixar seus Stories com cara de que foram diagramados por um profissional.

Aqui estão os que eu uso e recomendo!

. Facetune: Editor de fotos super completo e bem mais fácil de usar que um Photoshop da vida. Ele ganhou fama pelas ferramentas de alisar a pele e mudar o shape do corpo (use com moderação), mas eu gosto mesmo é da função de mexer na luz das fotos! Ele permite, por exemplo, clarear um pedaço (rosto escuro, digamos) sem clarear a foto toda. Também dá para aumentar a nitidez ou embaçar alguns pontos da imagem, entre outras funções.

. VSCO Cam: Editor de imagem queridinho entre quem gosta de caprichar nas fotos do Instagram, é provavelmente o mais famoso para filtros. Ele tem também o mesmo formato de grid do Instagram, o que facilita na organização e no planejamento de posts, já que você consegue visualizar como vai ficar o grid quando entrarem as próximas fotos.

. Planoly: Confesso que não quis pagar a assinatura depois do trial de 1 mês, uso o VSCO mesmo para visualizar meu grid, mas esse é um dos apps mais famosos para essa função de organizar. A vantagem é que o Planoly te deixa ficar mexendo na posição das fotos para explorar qual a melhor harmonização e ordem de postagem, excelente para quem trabalha com essas coisas “de redes sociais”. Também dá para agendar posts.

. Unum: Outro app para organizar o grid, funciona como o Planoly que permite visualizar o que já está no seu Instagram e fazer simulações de como as novas fotos vão interagir com as antigas. Ele também é ótimo para ver métricas de seguidores, curtidas em fotos e hashtags que dão mais resultados – além de calcular qual a melhor hora de cada dia para suas novas publicações bombarem.

. Unfold: Esse é MARA para fazer montagens para o para o Stories. Praticamente um diagramador para leigos, permite montar telas misturando fotos, juntando foto e vídeo, usando texto com tipografias diferentes… Muito legal para quem gosta de produzir um conteúdo mais elaborado para o Stories. Ele vem com diversas opções gratuitas de layouts, mas volta e meia entram opções pagas mega lindas que valem o investimento se você costuma usar bastante.

. InShot: Excelente para fazer montagens de fotos e editar vídeos, tanto para o Stories quanto para o feed. Ele permite que você adapte o vídeo/foto para o tamanho do Stories, coloque fundos coloridos, trate a cor dos vídeos, adicione efeitos diferentões, crie um vídeo com uma sequência de fotos, “cole” um vídeo atrás do outro, corte os vídeos… São diversas as possibilidades, e não precisa manjar muito de edição para se dar bem. 

. Photogrid: Esse é para quando você quiser fazer uma montagem com vídeos, seja para o Stories ou para o feed. Ele permite que você deixe só um vídeo com som o tempo todo, ou que os vídeos alternem a hora de fazer barulho. Também dá para fazer montagens de vídeos com fotos. Legal para explorar e usar em conjunto com o InShot.

. Snow: Um app que bomba na Ásia, com vários filtros divertidos, tipo aqueles do Snapchat — você pode tratar depois uma foto ou vídeo, e também tem várias opções de filtros e tratamento de imagem.

. Huji: Sabe aquelas fotos que tem um tratamento que mais parecem ter sido tiradas por uma câmera de filme retrô? Muitas vezes quem tirou mesmo foi o Huji! Você pode clicar com ele ou passar uma foto já existente por seus filtros, dá um efeito super cool.

. ColorStory / Snapseed / Lightroom / Darkroom: são outras opções de apps para filtros e edição de imagem, cada um com suas particularidades e funcionalidades. Minha dica é baixar todos, experimentar e ver com qual você se entende melhor, porque no fim das contas é algo que tem que ser fácil de fazer no dia a dia.

Deixei algum de fora? Quais apps vocês mais usam?

  • Facetune https://www.facetuneapp.com/
  • VSCO Cam https://vsco.co/
  • Planoly https://www.planoly.com/
  • Unum https://unum.la/
  • Unfold https://unfoldstori.es/
  • InShot https://inshot-editor.en.uptodown.com/
  • Photogrid https://photo-grid-collage-maker.en.uptodown.com/
  • Snow https://snow-selfie-motion-sticker.en.uptodown.com/
  • Huji https://huji.en.uptodown.com/
  • ColorStory https://acolorstory.com/
  • Snapseed https://snapseed.online/
  • Lightroom https://lightroom.adobe.com/
  • Darkroom http://darkroom.co/

Sou uma pessoa que praticamente só trabalha pelo celular – são raros os dias em que consigo sentar no computador para produzir conteúdo, responder email, resolver pendências… é tudo no iPhone, e viva a tecnologia! Moro em Londres e minha equipe fica no Brasil, e fazemos tu-do dessa maneira mobile / on the go.

Por conta disso, adoro descobrir aplicativos que me ajudem a ser mais organizada, produtiva, eficiente… Também tenho alguns truques que me permitem focar em algo no celular sem mil outras distrações. São ótimas dicas para tirar máximo proveito dos smartphones, úteis mesmo para quem não trabalha com isso como eu! Nesse post, compartilho os aplicativos que mais uso no dia a dia. Vamos a eles:

. Pocket: Quase tudo que leio hoje em dia é através de newsletters. Gosto de receber as notícias e matérias do meu interesse no meu e-mail, acho mais fácil do que ficar entrando ativamente nos sites todos os dias – até porque quase nunca estou no computador! Assino news de diversos tipos, desde jornais para saber as notícias do mundo, passando por algumas específicas de moda e beleza, outras de tecnologia.

Mas não é sempre que consigo ler tudo naquele exato momento, e o Pocket vem para salvar: clico nas matérias que me interessam e salvo no app, que não só passa a reunir uma seleção minha do que quero ler de cada newsletter, mas também disponibiliza tudo off-line – perfeito para ler no avião, por exemplo! A vantagem é que assim consigo dar uma limpada no meu e-mail, sem acumular (tantos) não lidos, mesmo que não tenha tempo para efetivamente ler tudo o que gostaria.

. Feedly: Funciona mais ou menos como o Pocket, reunindo várias publicações, mas é um leitor de RSS. Então cadastro dentro dele todos os blogs que gosto de acompanhar e lá fica mais fácil para dar uma olhada geral no que está rolando – é bem legal porque você vê tudo de uma vez sem precisar ficar abrindo abas.

. Google Calendar: Sempre fui uma pessoa completamente apaixonada por agendas de papel e adoro escrever a mão, fazer listas, mas chegou uma hora em que precisei me entregar às agendas virtuais. Primeiro porque minha equipe precisa acessar a minha agenda, o que obviamente não é possível com uma agenda analógica. Também porque gosto de usar bolsas pequenas, e muitas vezes a agenda não cabe. E eu sou daquelas que anota TUDO senão esqueço. Minha escolhida foi a Google Calendar, por recomendação de uma amiga. Sou bem familiarizada com o funcionamento dos apps do Google, e foi fácil me adaptar, fora que ela tem ótimas funcionalidades, dá para “pintar” os compromissos com cores diferentes, mandar convites que chegam por e-mail ou confirmação de vôos direto para o seu Google Calendar, fazer lembretes, entre outras coisinhas.

. Falando em e-mail… esse post foi na verdade um vídeo que entrou na TV Beauté, aqui, e nele cito o Astro, app de email que eu AMAVA, mas parou de existir. Choros! Desde então, não achei um substituto – o app do Gmail é ótimo, mas não permite ter várias contas juntas, e eu tenho 3 que gosto de às vezes ver individualmente, às vezes ver junto. No momento estou usando o app do próprio iPhone, que teve algumas melhorias interessantes, mas ainda sinto falta de outras alternativas. Quem tiver dicas de aplicativo para e-mail, aceito!

. Boomerang: Não estou falando da extensão do Instagram que faz aqueles videozinhos vai-e-volta divertidos (que também adoro, mas não faz muito pela produtividade no celular haha). Esse Boomerang é uma extensão para e-mail no desktop. Tem funções como te devolver um e-mail que não foi respondido para que possa fazer follow up, ou te lembrar de responder algo que parece importante, ou você mesmo marcar para um determinado email voltar para sua caixa de entrada em um momento mais oportuno. Também dá para pausar o inbox para você não ficar conferindo toda hora se chegou e-mail novo, e assim não perder o foco em alguma atividade que precisa de atenção. É uma super ajuda!
*Recentemente o próprio Gmail agregou algumas dessas funções em seu novo inbox, vale a pena experimentar! Mas isso tudo é para Desktop, no celular ainda preciso encontrar algo melhor ;)

. Trello: Plataforma excelente para quem trabalha em equipe e precisa compartilhar informações. Ele serve basicamente para fazer painéis. No Dia de Beauté, por exemplo, temos uma coluna para posts em andamento. Aí lá a gente coloca tudo que está em produção e escreve status como “imagem ok, falta texto”. É ótimo porque dá para subir imagens, dá para subir nota, tem um chatzinho para fazer pedidos rápidos, colocar etiquetas coloridas para saber em qual fase estão as atividades. Outras colunas de organização do DDB são: vídeos para gravar, ideias de leitoras que rendem posts, próximos posts do Instagram, etc.

. Modo Noturno: Não é um app, mas uma função do iPhone que uso MUITO. É ótimo para quem, assim como eu, não quer perder nenhuma notificação, mas não pode ficar conferindo o que chega em tempo real por motivos de: FOCO. Quando o iPhone está com a “luazinha” ligada, ele acumula todas as suas notificações, mas não faz barulho, nem vibra, nem pisca, evitando distrações. Recomendo muito, e tenho “a lua” configurada não só para quando o iPhone está travado, mas também quando estou usando um app e não quero outras coisas piscando em cima roubando minha atenção. Mesmo no WhatsApp (trabalho MUITO por WhatsApp), configurei para outras mensagens não piscarem enquanto estou respondendo alguma. Também ajuda bastante a não deixar o cérebro maluquinho. Tem gente que prefere desativar totalmente as notificações do celular, mas eu gosto de deixar elas “no fundo”, assim se puxo a tela consigo ver se tem algo mais urgente rolando em outro canto…

. Spotify: AMO ouvir música e sou superfã desse esquema de você ter acesso a um mundo de músicas no sistema streaming. Pago o Premium para poder ouvir tudo sem comerciais e super vale a pena. Dá para fazer playlists, descobrir artistas novos com as playlists personalizadas que o próprio Spotify faz com base no que você costuma escutar e, o melhor, salvar as playlists para ouvir off-line quando você não tem sinal. Também excelente para o avião.

. Loggi e Rappi: quando gravei o vídeo original de apps, o Rappi não existia, mas não poderia deixar de estar nesse post atualizado! Uso muito esses dois apps quando estou no Brasil, o Loggi para fazer entregas e retiradas, o Rappi para comprar algo que não vou ter tempo ou fazer delivery. Em Londres usava muito o Quiqup, mas ele também parou de existir (por queeee isso acontece, risos).

Aceito demais outras dicas de apps de vocês!



Hello from London! Enquanto vou “desovando” aos poucos os muitos posts que tenho sobre Londres para postar aqui no Além da Beauté, aqui vai um vlog com um roteiro um pouco fora do lugar comum – mas cheio de dicas boas!

Aproveitei uma visita dos meus pais e da minha irmã na cidade para fazer alguns programas diferentes, e achei que valia super gravar vlog para compartilhar com vocês um roteirinho de Londres fora dos clichês turísticos.

Como eles já conhecem Londres, sempre que vão me visitar procuro pensar em lugares novos, explorar bairros menos usuais, e para mim também é ótimo porque morando na cidade às vezes entro na rotina e não faço tantos programas novos!

Dessa vez o foco da programação foi o Coal Drops Yard, revitalização de uma área em Kings Cross que virou um shopping a céu aberto HIPER lindo, com curadoria de lojas e restaurantes que fogem do lugar comum, bem especial mesmo. Também passeamos em
Covent Garden porque eu queria ver a nova loja Blue Bird, uma concept store que adoro na Kings Road e abriu lá, e a incrível delirante loja de chás da Mariage Frères.

Também aproveitei para mostrar o look que usei nesse dia, ótima dica de combinação confortável para bater perna e quentinha para proteger do frio.

Assistam para ver o roteiro completo!

Uma amiga vem para Londres com o namorado e sempre fica no Berkeley, mas queria conhecer outro diferente, que fosse moderninho / descolado. Essa foi a lista de sugestões que mandei para ela! Budget: ££/£££

Todos os hotéis da rede Firmdale – são mega charmosos e tem em vários bairros da cidade. Meus favoritos são o Dorset Square em Marylebone, o Ham Yard no Soho e o The Knightsbridge em Knightsbridge.

Agora várias opções de hotéis lindos e descolados, mais para o estilo moderninho. Todos bem centrais:

Chiltern Firehouse, em Marylebone – é do mesmo dono do Chateau Marmont em LA, o que já diz tudo. Mega estiloso e tem um dos melhores bares da cidade (bem chatinho de entrar, ser hóspede ajuda!) Amo o restaurante também.

Dean Street Townhouse, no Soho – vizinho do restaurante descolex de mesmo nome, é parte do grupo Soho House, ou seja, hiper descolado.

The Bloomsbury – fica do lado do British Museum, pertinho do Soho, Covent Garden e Holborn, ou seja, em uma das regiões mais agitadas e centrais de Londres. É lindíssimo, hiper instagramável, mais estilo boutique.

The Beaumont, em Mayfair – bairro hiper central, mas um pouco menos agitado que o Soho, Mayfair é sempre uma boa escolha de região para ficar. O Beaumont é dos mesmos donos do Wolseley, um dos restaurantes icônicos de Londres (post sobre restaurantes saindo em breve!), tem aquele clima chique bem inglês, restaurante ótimo e spa idem!

Kimpton Fitzroy, em Holborn – um dos mais novos da cidade, estive no Neptune, o restaurante de lá, e fiquei boba com o lugar. Bem grandioso, e como acabou de ser todo reformado está “fresquinho”!

The Henrietta Hotel, em Covent Garden – outro mais estilo boutique, menorzinho, fica em uma rua fofa em Covent Garden e também é hiper instagramável.

Bem modernos:

Hoxton, em Holborn ou em Shoreditch – o original é o de Shoreditch, que é O bairro que “puxou” todos os modernos para East London, e alguns anos depois eles abriram o de Holborn, que também virou um hub moderninho. O Hoxton é sempre agitado, cheio de gente jovem e descolada, também ótima opção de restaurantes.

Ace, em Shoreditch – outro hotel instituição modernex de Shoreditch, parte da rede que tem também hotéis em Nova York, Los Angeles e outras cidades dos EUA. Bem lindo e artsy.

Nobu Hotel, em Shoreditch – apesar de não ser exatamente uma rede moderna, o Nobu resolveu abrir seu primeiro hotel em Londres no bairro descolex. A arquitetura é incrível e pode ser uma opção bemmm legal para quem já conhece bem o básico de Londres e quer experimentar ficar em East, mas sem tanta modernidade!

The Ned, na City – outra opção incrível para quem já é “iniciado” em Londres e quer explorar regiões diferentes. Na verdade a City é super business, centro financeiro, não tem tantas atrações (mas é uma parte super antiga da cidade, então para quem gosta de história é legal!). A graça, nesse caso, é o hotel mesmo – uma joint venture do Soho House com a rede de hotéis Americana Sydell Group (donos do NoMad em NY) que transformou a antiga sede de um banco em um dos lugares mais legais de Londres atualmente. Tem hotel, tem members club (que os hóspedes podem acessar), e tem vários restaurantes (incluindo um Cecconi’s) e bares hiper animados que são abertos para o público. Vale ir mesmo que só para conhecer, sem ser hóspede, o negócio ferve!

Descoladinho com bom custo beneficio:

Z Hotel, em Marylebone – se você não está muito interessado na experiência hoteleira, já que pretende passar o dia todo explorando Londres (justíssimo!!), mas quer um lugar bem localizado e simpático, essa é uma excelente pedida!

Recebo esse pedido com frequência! A lista está em constante mutação, então vou manter esse post aqui e sempre atualizar com mais opções e a data.

Notem que são os “hot spots”, não meus favoritos eternos de Paris, esses vêm em outro post.

13 de março de 2019
. BB Le Restaurante – Dos mais lindos que já vi, no bairro happening da hora em Paris, Pigalle. Fica dentro de uma academia (chiquérrima), não estranhe! Almoço ou jantar.
. Pink Mama – Chegue cedo pois não reserva, e o lugar bomba! Um dos vários restaurantes do Big Mamma Group, que está agitando Paris. Também em Pigalle.
. Marcello – Um italiano hiper simpático escondidinho em St Germain. Delicioso, bom para almoço.
. Le Brebant – Visualmente incrível, ótimo para um brunch ou almoço.
. Season – outro concorrido tipo fila na porta, tem um estilo meio brunch americano com panquecas, bem descolado.
. Alcazar – Não é tão novo, mas para quem não conhece vale a pena. Bem bonito e animado. Mais cara de jantar
. Girafe – O novo point com vista no Trocadéro. Almoço ou jantar, depende se você quer ver a Torre Eiffel de dia ou à noite!
. Loulous – Point que se mantém há algumas temporadas, fica no Musée des Arts Décoratifs. Adoro que é de comida italiana para variar um pouco. O terraço é delicioso, também bom para almoço ou jantar.
. Freddy’s – Dica de um amigo insider, não consegui ir, mas está na lista! Animadinho, bom para um jantar tarde com drinks em St. Germain.
. La Belle Epoque – outro que já está rolando há algumas temporadas, mas segue hiper concorrido e legal. Lugar lindo, descolado e comida ótima.

Foi um red carpet cheio de fortes emoções para o Oscar 2019: muito pink, muito volume, muito brilho, muita chiqueria. Achei que teve mais ousadia que o normal, e curti muito por exemplo o Valentino rosa volumoso de Gemma Chan (pra mim das melhores no geral nessa temporada de prêmios), o Giambatista Valli da Kacey Musgraves, o Dior elegante & sexy da Charlize Theron.

Também amei Lady Gaga numa vibe super clássica Audrey Hepburn feelings com o tomara que caia preto + luvas (eu AMO luvas) e usando o icônico diamante amarelo da Tiffany – com 128 quilates, é o segundo maior do mundo. Fiquei UOU quando vi Gaga com ele, lembrando demais da primeira vez que que fui para Nova York e fiz um tour guiado pela Tiffany da Fifth Avenue, e ele mora lá em exposição e me marcou muito!

Na galeria abaixo, meus looks favoritos / queria usar um dia. E vocês, o que acharam desse ano?

{Fotos: Frazer Harrison, Steve Granitz, Jeff Kravitz, Rick Rowell | Getty Images}