Hello from London! Enquanto vou “desovando” aos poucos os muitos posts que tenho sobre Londres para postar aqui no Além da Beauté, aqui vai um vlog com um roteiro um pouco fora do lugar comum – mas cheio de dicas boas!

Aproveitei uma visita dos meus pais e da minha irmã na cidade para fazer alguns programas diferentes, e achei que valia super gravar vlog para compartilhar com vocês um roteirinho de Londres fora dos clichês turísticos.

Como eles já conhecem Londres, sempre que vão me visitar procuro pensar em lugares novos, explorar bairros menos usuais, e para mim também é ótimo porque morando na cidade às vezes entro na rotina e não faço tantos programas novos!

Dessa vez o foco da programação foi o Coal Drops Yard, revitalização de uma área em Kings Cross que virou um shopping a céu aberto HIPER lindo, com curadoria de lojas e restaurantes que fogem do lugar comum, bem especial mesmo. Também passeamos em
Covent Garden porque eu queria ver a nova loja Blue Bird, uma concept store que adoro na Kings Road e abriu lá, e a incrível delirante loja de chás da Mariage Frères.

Também aproveitei para mostrar o look que usei nesse dia, ótima dica de combinação confortável para bater perna e quentinha para proteger do frio.

Assistam para ver o roteiro completo!

Uma amiga vem para Londres com o namorado e sempre fica no Berkeley, mas queria conhecer outro diferente, que fosse moderninho / descolado. Essa foi a lista de sugestões que mandei para ela! Budget: ££/£££

Todos os hotéis da rede Firmdale – são mega charmosos e tem em vários bairros da cidade. Meus favoritos são o Dorset Square em Marylebone, o Ham Yard no Soho e o The Knightsbridge em Knightsbridge.

Agora várias opções de hotéis lindos e descolados, mais para o estilo moderninho. Todos bem centrais:

Chiltern Firehouse, em Marylebone – é do mesmo dono do Chateau Marmont em LA, o que já diz tudo. Mega estiloso e tem um dos melhores bares da cidade (bem chatinho de entrar, ser hóspede ajuda!) Amo o restaurante também.

Dean Street Townhouse, no Soho – vizinho do restaurante descolex de mesmo nome, é parte do grupo Soho House, ou seja, hiper descolado.

The Bloomsbury – fica do lado do British Museum, pertinho do Soho, Covent Garden e Holborn, ou seja, em uma das regiões mais agitadas e centrais de Londres. É lindíssimo, hiper instagramável, mais estilo boutique.

The Beaumont, em Mayfair – bairro hiper central, mas um pouco menos agitado que o Soho, Mayfair é sempre uma boa escolha de região para ficar. O Beaumont é dos mesmos donos do Wolseley, um dos restaurantes icônicos de Londres (post sobre restaurantes saindo em breve!), tem aquele clima chique bem inglês, restaurante ótimo e spa idem!

Kimpton Fitzroy, em Holborn – um dos mais novos da cidade, estive no Neptune, o restaurante de lá, e fiquei boba com o lugar. Bem grandioso, e como acabou de ser todo reformado está “fresquinho”!

The Henrietta Hotel, em Covent Garden – outro mais estilo boutique, menorzinho, fica em uma rua fofa em Covent Garden e também é hiper instagramável.

Bem modernos:

Hoxton, em Holborn ou em Shoreditch – o original é o de Shoreditch, que é O bairro que “puxou” todos os modernos para East London, e alguns anos depois eles abriram o de Holborn, que também virou um hub moderninho. O Hoxton é sempre agitado, cheio de gente jovem e descolada, também ótima opção de restaurantes.

Ace, em Shoreditch – outro hotel instituição modernex de Shoreditch, parte da rede que tem também hotéis em Nova York, Los Angeles e outras cidades dos EUA. Bem lindo e artsy.

Nobu Hotel, em Shoreditch – apesar de não ser exatamente uma rede moderna, o Nobu resolveu abrir seu primeiro hotel em Londres no bairro descolex. A arquitetura é incrível e pode ser uma opção bemmm legal para quem já conhece bem o básico de Londres e quer experimentar ficar em East, mas sem tanta modernidade!

The Ned, na City – outra opção incrível para quem já é “iniciado” em Londres e quer explorar regiões diferentes. Na verdade a City é super business, centro financeiro, não tem tantas atrações (mas é uma parte super antiga da cidade, então para quem gosta de história é legal!). A graça, nesse caso, é o hotel mesmo – uma joint venture do Soho House com a rede de hotéis Americana Sydell Group (donos do NoMad em NY) que transformou a antiga sede de um banco em um dos lugares mais legais de Londres atualmente. Tem hotel, tem members club (que os hóspedes podem acessar), e tem vários restaurantes (incluindo um Cecconi’s) e bares hiper animados que são abertos para o público. Vale ir mesmo que só para conhecer, sem ser hóspede, o negócio ferve!

Descoladinho com bom custo beneficio:

Z Hotel, em Marylebone – se você não está muito interessado na experiência hoteleira, já que pretende passar o dia todo explorando Londres (justíssimo!!), mas quer um lugar bem localizado e simpático, essa é uma excelente pedida!

Recebo esse pedido com frequência! A lista está em constante mutação, então vou manter esse post aqui e sempre atualizar com mais opções e a data.

Notem que são os “hot spots”, não meus favoritos eternos de Paris, esses vêm em outro post.

13 de março de 2019
. BB Le Restaurante – Dos mais lindos que já vi, no bairro happening da hora em Paris, Pigalle. Fica dentro de uma academia (chiquérrima), não estranhe! Almoço ou jantar.
. Pink Mama – Chegue cedo pois não reserva, e o lugar bomba! Um dos vários restaurantes do Big Mamma Group, que está agitando Paris. Também em Pigalle.
. Marcello – Um italiano hiper simpático escondidinho em St Germain. Delicioso, bom para almoço.
. Le Brebant – Visualmente incrível, ótimo para um brunch ou almoço.
. Season – outro concorrido tipo fila na porta, tem um estilo meio brunch americano com panquecas, bem descolado.
. Alcazar – Não é tão novo, mas para quem não conhece vale a pena. Bem bonito e animado. Mais cara de jantar
. Girafe – O novo point com vista no Trocadéro. Almoço ou jantar, depende se você quer ver a Torre Eiffel de dia ou à noite!
. Loulous – Point que se mantém há algumas temporadas, fica no Musée des Arts Décoratifs. Adoro que é de comida italiana para variar um pouco. O terraço é delicioso, também bom para almoço ou jantar.
. Freddy’s – Dica de um amigo insider, não consegui ir, mas está na lista! Animadinho, bom para um jantar tarde com drinks em St. Germain.
. La Belle Epoque – outro que já está rolando há algumas temporadas, mas segue hiper concorrido e legal. Lugar lindo, descolado e comida ótima.

Foi um red carpet cheio de fortes emoções para o Oscar 2019: muito pink, muito volume, muito brilho, muita chiqueria. Achei que teve mais ousadia que o normal, e curti muito por exemplo o Valentino rosa volumoso de Gemma Chan (pra mim das melhores no geral nessa temporada de prêmios), o Giambatista Valli da Kacey Musgraves, o Dior elegante & sexy da Charlize Theron.

Também amei Lady Gaga numa vibe super clássica Audrey Hepburn feelings com o tomara que caia preto + luvas (eu AMO luvas) e usando o icônico diamante amarelo da Tiffany – com 128 quilates, é o segundo maior do mundo. Fiquei UOU quando vi Gaga com ele, lembrando demais da primeira vez que que fui para Nova York e fiz um tour guiado pela Tiffany da Fifth Avenue, e ele mora lá em exposição e me marcou muito!

Na galeria abaixo, meus looks favoritos / queria usar um dia. E vocês, o que acharam desse ano?

{Fotos: Frazer Harrison, Steve Granitz, Jeff Kravitz, Rick Rowell | Getty Images}

Quando falamos em eventos de gala, casamentos e outras ocasiões pomposas, é sempre uma boa ideia olhar para os tapetes vermelhos para se inspirar para a produção. Entre janeiro e fevereiro, várias cerimônias de premiação acontecem em Hollywood, encerrando com o Oscar esse domingo – quem também está animado? Eu adoro acompanhar tudo, e entrei no clima para falar sobre tendências em vestidos de gala, acessórios e outras dicas interessantes para você arrasar no próximo festão em um post especial para o Style Guide da Farfetch.

Confiram aqui!

Sempre recebo perguntas sobre os meus piercings, já que uso eles muito – e são todos realmente MARA –, então resolvi fazer um vídeo especialmente para responder sobre esse tópico! Como a maioria de vocês já sabe sabe, eu não tenho orelha furada – o que costuma causar certa comoção nas pessoas, até já fiz um vídeo falando especificamente sobre isso, risos (aqui). Se eu não tenho nem o furo normal de brinco, é claro que os outros também não existem – então eu mergulhei com tudo quando começaram a aparecer os tais piercings de mentira. Como nunca tive aquele brinquinho do dia a dia, já que não tenho furo, era uma pessoa ou zero brinco ou brincos enormes de pressão. O piercing fake entrou para tapar esse buraco na minha vida, do brinco delicado / discreto nosso de cada dia.

No vídeo acima, falo um pouco sobre cada um deles (a coleção parece crescer a cada dia heheh). Tem de pérola, de brilhante, com design mais arrojado… É um acessório que nem todo mundo lembra que existe, e acho que dá um efeito mega legal – apesar de pequenos, muita gente repara e comenta. A boa notícia é que tem MUITA loja lançando esses piercings de mentira (que em inglês são chamados de “cuffs”), então tem cada vez mais opção, para todos os gostos.

Os cuffs/piercings fakes que eu uso no vídeo são:
Victoria Sayeg: (aqui) e (aqui)
Astley Clarke: (aqui)
By Camila Carril: (aqui) e (aqui)
Rosie Fortescue Jewelry: (aqui)

A minha viagem para a Islândia foi uma das que mais repercutiu no meu Instagram – e não é para menos, que lugar incrível! Parece outro planeta. Aproveitamos o aniversário dos meus pais (eles fazem com um dia de diferença!) para realizar o sonho da vida da minha irmã que era ver a aurora boreal, e assim se deu essa viagem em família – muita gente perguntou porque escolhi ir no inverno, e esse é o motivo hehe. No vídeo acima, respondo essa e outras perguntas que recebi e conto todos os detalhes sobre minha ida a esse paraíso glacial. Em breve atualizo este post com todas as informações que estão no vídeo por escrito também, para ajudar quem estiver planejando essa viagem.

E para complementar tem esse post aqui, com todos os looks que usei e dicas sobre como se vestir no frio intenso, e esse post aqui com dicas para cuidar da pele no frio / neve / inverno.

Ah, e para quem quiser ver mais da viagem, tem também dois “Destaques” no meu Instagram chamados Iceland!

Uma das questões principais do planejamento de uma viagem para lugares frios, muito frios, é a roupa. Quando comecei a pensar na mala da Islândia, foi fundamental pesquisar roupas e acessórios que me salvariam num frio polar, daqueles que não perdoam mesmo. Porque passar frio é algo bastante desagradável quando estamos numa viagem de lazer, fazendo mil passeios, ainda mais em lugares como a Islândia que 80% dos programas são passeios na natureza, ou seja, ao ar livre! Pode estragar toda a experiência, mas a verdade é que se você está com a roupa adequada, fica totalmente suportável! Falei por alto da parte “roupas” no vídeo da minha viagem aqui, e nesse post vou elaborar alguns pontos importantes e itens que me ajudaram super na aventura.

. As botas: Diria que a escolha do sapato é das mais cruciais numa viagem como essa. Não só porque é desagradável ficar com os pés congelando, mas também porque você precisa de um calçado que aguente andar na neve, que não escorregue, que não fique molhado… Da minha pesquisa saíram duas botas que foram as que levei, e que deram um show de resistência e proteção ao frio – a Moon Boot original e a Adirondack III, da UGG. Não é exatamente prático de transportar botas como essas, uma pessoa normal pode tranquilamente ter só uma opção, mas eu gosto de experimentar, como vocês sabem, então fui usando a Moon Boot no avião e levei a UGG na mala. Numa escala de 0 a 10 do frio que passei com elas diria que a Moon Boot foi 0 e a UGG foi no máximo 2, no dia mais frio no lugar mais frio na beira da cachoeira com vento e umidade. A vantagem da UGG é que ela é menos “trambolho” para andar, para passear por aí, achei ela melhor para sair à noite por exemplo por ser menos fantasiosa – mas super esquenta, toda de pelinhos dentro, à prova d’água etc. Mas a Moon Boot é genial para o frio e os passeios na neve, parece que tem um degrau interno e é toda acolchoada, então seu pé nem toma conhecimento do que está acontecendo! Fora que também acho ela muito legal visualmente, uma vibe astronauta retrô (que aliás super combina com a Islândia, já que lá parece a lua risos.

. Os casacos: Levei 4 casacos que estava dividindo com minha irmã. Poderia ter levado só um, porque não tem muito o que inventar em termos de look numa viagem dessas, mas de novo, como faz parte do meu trabalho e eu não queria passar 6 dias tirando fotos com o mesmo casaco, encarei a missão de levar uma mala maior para comportar. Um realmente não precisaria, que foi meu peludo da Zara (nem aparece nas fotos, o que já diz muito. Não usei, apesar de ele ser MUITO quentinho, não é à prova d’água e não tem capuz, e esses dois itens são super importantes. A vibe dessa viagem é muito mais esporte / aventura, o peludo é mais arrumadinho / cidade. Os que arrasaram: o verde escuro da Zara que é à prova d’água, tem capuz, pelinhos dentro do capuz e na parte do peito (tipo um colete interno). Fecha com zíper e é show, super quentinho e neutro, esse com certeza vou usar muito também em Londres. E aí para um toque de animação, fui na Primark em busca dos casacos edredom que já tinha visto por lá. Queria dois bem coloridos e diferentes, e escolhi o lilás mais longo e o verde mais curto e mais amplo. Sabia que eles iam ser quentes, porque é como enrolar um edredom em volta de você, o vento não corta tamanha camada!! Mas para itens com preço tão amigo, diria que me surpreendi positivamente. Os dois têm capuz e bolso e o lilás fecha com zíper (prefiro) e o verde com botões (menos vedação).

. A calça: outro item da Primark, esse dica de uma amiga que já tinha ido para a Islândia: uma calça legging toda de pelinhos por dentro, tipo uma legging gordinha. GENTE que sucesso essa calça, usei ela com uma das calças underwear térmicas da Uniqlo (da mais fina) e passei zero frio na perna! Também levei uma jeans e uma de moletom bem quentinha, que usei com a térmica embaixo, mas se quisesse fazer uma mala mais enxuta dava para tirar uma delas.

. Os térmicos: fundamental pensar no underwear térmico, mesma lógica de quando vai esquiar. Meus favoritos sem dúvidas são os da Uniqlo, que tem 3 níveis de aquecimento, vai de quanto você é friorento (lembrando que dentro dos lugares tem bastante aquecimento). Usava sempre uma blusa e uma calça por baixo de tudo, de preferência das blusas de gola alta porque já faz uma camada de aquecimento no pescoço.

. O resto da roupa para o dia: underwear + calça + casacão, fica faltando na minha fórmula do look de frio só um cashmere ou malha de lã bem quentinha. Essa parte é a mais fácil!

. O resto dos acessórios: gorro é ultrafundamental, assim como luva. Tive que comprar uma luva lá, porque a que levei era total insuficiente (uma de lã tipo inverno de Londres, errei muito nessa hahah), mas senti falta daquela luvinha mais fina para usar por baixo, como no ski, que faz uma segunda camada de proteção. O gorro levei meus normais de lã e achei todos ok, até porque tinha o capuz do casaco para elaborar. E por fim, um cachecol, para proteger o pescoço e também o rosto quando está muito vento – minha mãe comprou uma semi balaclava, para cobrir boca / queixo / nariz, também é uma boa dica.

. A roupa da noite: se for sair a pé pela cidade, diria que é tudo igual ao dia. Mas tem também alguns momentos no hotel, e aí dá preguiça de colocar milhões de camadas e casacos só para ir até o restaurante do hotel! Para esses momentos levei uma calça de couro, um tênis de lã da Allbirds que é quentinho, mas bem leve e confortável, e usava com alguma das malhas de lã que serviam para o dia também!

Ufa, acho que falei de tudo! Mas se tiverem mais dúvidas deixem nos comentários que respondo ;)

Mais um Réveillon em Noronha, e como sei que vocês gostam de ideias de looks praianos, aqui estão todos (quase) que usei, tanto de dia, quanto à noite.

Diria que, para o dia / praia, esse ano o ponto alto para mim foram os biquínis de cintura alta – amando esse modelo – e as saídas fluidas, levinhas. Sem falar nos panneaux, aqueles lenços gigantes que dá para amarrar de vários jeitos (já ensinei alguns nesse vídeo aqui). Também amei usar maiôs como body para almoços pós-praia ou jantar.

Meu truque de styling favorito desse Réveillon foi usar lenços e afins no cabelo, tanto para o dia quanto para a noite. Vocês sabem que eu já vinha numa fase laços para arrematar coques / rabos então coloquei eles para jogo na praia e fui além com lenços variados fazendo o mesmo papel. Incrível como dá um MEGA tchans num cabelo que seria nhé!

Para a noite, variei entre vestidos longos e fluidos e outros looks mais curtos (vestido ou shorts de cintura alta com top). Rasteira 100% do tempo, porque em Noronha não rola usar salto – eu na verdade tenho gostado cada vez mais de fazer looks noite zero salto em qualquer viagem de praia, tem tantas rasteiras lindas que não perdem em nada para sapatos de salto!

E é isso. Para ver meu raciocínio para montar malas de verão, tem aqui o vídeo Vic de Rodinha explicando mais!

Olhem só quem está de volta: a série de entrevistas com musas inspiradoras, mulheres que me influenciam, que tem estilo de sobra e muitos truques para compartilhar. Depois da Barbara Migliori (aqui) e da Marina Vicintin (aqui), minha terceira convidada é uma top musa: minha mãe, Suzana Ceridono. Mamãe é mesmo maravilhosa, chique, elegante, moderna, prática, tudo ao mesmo tempo! Não é à toa que faz as decorações de festas mais lindas do mundo ao lado da minha irmã, Luiza, com a Bothanica Paulista (um pouco do trabalho delas aqui).

E não é só a mim que ela inspira — esse papo foi super pedido por vocês. Então vamos lá:

. Peça mais antiga que tem no closet
Um twin-set de cashmere que foi da minha avó. Ele não é de uma cor tão básica — um tom de azul — mas uso muito, desde sempre, no conjunto ou o top e o cardigã separados.

. Roupa/acessório que sai sozinho do armário de tanto que usou nos últimos tempos?
Saia midi cinza mescla de malha. Não me aperta e dá para usar de tênis ou bota, mais ou menos arrumada!

. Como você compra?
90% das coisas compro fora do Brasil, gosto de comprar em viagens, quando estou com mais tempo e a cabeça mais tranquila. Ou quando preciso de alguma coisa. Ou se entro por acaso em alguma loja e adoro o tecido de alguma peça. [comentário da filha: minha mãe e minha irmã não compram roupas com os olhos, e sim com as mãos. É hilário observar elas na loja encostando em tudo e vendo, antes mesmo de saber se a peça é bonita e interessa, se o tecido agrada]

. Como você monta seus looks?
Resolvo na hora de acordo com a temperatura prevista. [falei que ela era prática hahah!]

. Vintage, novo ou um mix?
Mix!

. Como é o seu closet dos sonhos? Falando no espaço mesmo.
Tudo confortável, com bons tecidos… Chão com carpete, com certeza. Mas sem desejos específicos para armários. Gosto de fazer limpezas com frequência, aquele feng shui básico, e me considero uma pessoa relativamente editada.

. Algum item que está na lista de desejos atualmente?
Não existem no Brasil nem no mundo bons tops para quem não usa sutiã. Quando eu achar, comprarei logo 10! [sutiã está entre os itens que mamãe não aprecia, porque aperta e incomoda]

. Melhor cidade para fazer compras e quais as suas lojas preferidas lá?
Londres tem tudo, São Paulo quando preciso, Lisboa porque tenho tempo. As lojas que costumo ir são: Zara, COS, Richards, Souq, Uniqlo, James Perse (aquela de Los Angeles que tem belos algodões a preços estratosféricos)… Mas não me apego muito a marcas, se vejo algo simpático, entro para fuçar e já encontrei coisas incríveis assim.

. Quem são os seus ícones de estilo? E de quem você gostaria de roubar o guarda-roupas?
Nenhum ícone. Já guarda-roupas, gosto de roubar o seu mesmo. Muitos itens! [hahahahah]

. Tem algum acessório que você não tira de jeito nenhum?
Bolsas leves e cinto de couro largo do Ralph Lauren.

. Qual seu truque de styling se tem 10 minutos para se arrumar para uma festa?
Tudo preto e um colar bacana! Ou um brinco enorme. [outro comentário da filha: como vocês sabem, não tenho orelha furada por causa de mamãe e vovó, que também não têm e basicamente não acreditam nessa historia de furar a orelha. Meu gosto por brincos grandes vem super das duas]

. Como é seu look off-duty?
Calça de malha e camiseta Track & Field de algodão.

. Qual foi sua última compra?
Foi uma jaqueta jeans da Zara e uma camisa de linho branca da Souq. Tenho um fraco por camisas brancas.

. Qual acessório e qual peça de roupa você mais está usando nessa estação?
As bolsas leves que falei acima e uma saia de algodão marinho que mandei fazer a partir de uma calça que estava apertada.

. Se tiver mais alguma dica para compartilhar…
Não compre muito! No fim, você usa sempre as mesmas peças básicas e que são confortáveis. E não adianta querer “inovar” e comprar estampado ou amarelo gema se você só usa preto e branco, bege e jeans! Entender seu estilo antes de comprar algo é fundamental. Ah, se tiver algo empacado no armário, tire logo. Sempre mando para o Enjoei as coisas que não estou usando.

Momento Dia de Beauté
. Quais são as maquiagens que não saem do seu nécessaire?
Creme e base Roséliane, da Uriage, que funcionam bem com minha rosácea, lápis preto, corretivo, rímel e batom claro.

. Quais são os profissionais que você frequenta para tratamentos de beleza em geral?
Só dermatologista para tratar minha rosácea. Já passei por várias e por diferentes tratamentos, mas no momento estou com a Clarissa Zaitz .

. Qual a sua loja favorita para comprar produtos de beleza?
Não compro quase nada, ganho de você! Ou aquela farmácia francesa da esquina em St Germain [a famosa City Pharma].

Peças:

  • Moletom oversize com capuz – Zara (aqui)
  • Vestido com drapeado – Rick Owens (aqui)
  • Pochete de couro Energia Rosa – Soleah (aqui)
  • Tênis meia ‘Loop’ – Stella McCartney (aqui)
  • Sandália de couro cruzado – Zara (aqui)
  • Bolsa redonda de palha com couro – Pernambucana da Gema (aqui)
  • Cinto em couro com fivela – Givenchy (aqui)
  • Vestido de linho Ingrid – Egrey (aqui)
  • Jaqueta longa com cinto – Amaro (aqui)

{Fotos retiradas do livro “O Segredo do Guarda- Roupa Europeu, clicadas pelo Hick Duarte e arquivo pessoal}