Quando falamos em eventos de gala, casamentos e outras ocasiões pomposas, é sempre uma boa ideia olhar para os tapetes vermelhos para se inspirar para a produção. Entre janeiro e fevereiro, várias cerimônias de premiação acontecem em Hollywood, encerrando com o Oscar esse domingo – quem também está animado? Eu adoro acompanhar tudo, e entrei no clima para falar sobre tendências em vestidos de gala, acessórios e outras dicas interessantes para você arrasar no próximo festão em um post especial para o Style Guide da Farfetch.

Confiram aqui!

Sempre recebo perguntas sobre os meus piercings, já que uso eles muito – e são todos realmente MARA –, então resolvi fazer um vídeo especialmente para responder sobre esse tópico! Como a maioria de vocês já sabe sabe, eu não tenho orelha furada – o que costuma causar certa comoção nas pessoas, até já fiz um vídeo falando especificamente sobre isso, risos (aqui). Se eu não tenho nem o furo normal de brinco, é claro que os outros também não existem – então eu mergulhei com tudo quando começaram a aparecer os tais piercings de mentira. Como nunca tive aquele brinquinho do dia a dia, já que não tenho furo, era uma pessoa ou zero brinco ou brincos enormes de pressão. O piercing fake entrou para tapar esse buraco na minha vida, do brinco delicado / discreto nosso de cada dia.

No vídeo acima, falo um pouco sobre cada um deles (a coleção parece crescer a cada dia heheh). Tem de pérola, de brilhante, com design mais arrojado… É um acessório que nem todo mundo lembra que existe, e acho que dá um efeito mega legal – apesar de pequenos, muita gente repara e comenta. A boa notícia é que tem MUITA loja lançando esses piercings de mentira (que em inglês são chamados de “cuffs”), então tem cada vez mais opção, para todos os gostos.

Os cuffs/piercings fakes que eu uso no vídeo são:
Victoria Sayeg: (aqui) e (aqui)
Astley Clarke: (aqui)
By Camila Carril: (aqui) e (aqui)
Rosie Fortescue Jewelry: (aqui)

A minha viagem para a Islândia foi uma das que mais repercutiu no meu Instagram – e não é para menos, que lugar incrível! Parece outro planeta. Aproveitamos o aniversário dos meus pais (eles fazem com um dia de diferença!) para realizar o sonho da vida da minha irmã que era ver a aurora boreal, e assim se deu essa viagem em família – muita gente perguntou porque escolhi ir no inverno, e esse é o motivo hehe. No vídeo acima, respondo essa e outras perguntas que recebi e conto todos os detalhes sobre minha ida a esse paraíso glacial. Em breve atualizo este post com todas as informações que estão no vídeo por escrito também, para ajudar quem estiver planejando essa viagem.

E para complementar tem esse post aqui, com todos os looks que usei e dicas sobre como se vestir no frio intenso, e esse post aqui com dicas para cuidar da pele no frio / neve / inverno.

Ah, e para quem quiser ver mais da viagem, tem também dois “Destaques” no meu Instagram chamados Iceland!

Uma das questões principais do planejamento de uma viagem para lugares frios, muito frios, é a roupa. Quando comecei a pensar na mala da Islândia, foi fundamental pesquisar roupas e acessórios que me salvariam num frio polar, daqueles que não perdoam mesmo. Porque passar frio é algo bastante desagradável quando estamos numa viagem de lazer, fazendo mil passeios, ainda mais em lugares como a Islândia que 80% dos programas são passeios na natureza, ou seja, ao ar livre! Pode estragar toda a experiência, mas a verdade é que se você está com a roupa adequada, fica totalmente suportável! Falei por alto da parte “roupas” no vídeo da minha viagem aqui, e nesse post vou elaborar alguns pontos importantes e itens que me ajudaram super na aventura.

. As botas: Diria que a escolha do sapato é das mais cruciais numa viagem como essa. Não só porque é desagradável ficar com os pés congelando, mas também porque você precisa de um calçado que aguente andar na neve, que não escorregue, que não fique molhado… Da minha pesquisa saíram duas botas que foram as que levei, e que deram um show de resistência e proteção ao frio – a Moon Boot original e a Adirondack III, da UGG. Não é exatamente prático de transportar botas como essas, uma pessoa normal pode tranquilamente ter só uma opção, mas eu gosto de experimentar, como vocês sabem, então fui usando a Moon Boot no avião e levei a UGG na mala. Numa escala de 0 a 10 do frio que passei com elas diria que a Moon Boot foi 0 e a UGG foi no máximo 2, no dia mais frio no lugar mais frio na beira da cachoeira com vento e umidade. A vantagem da UGG é que ela é menos “trambolho” para andar, para passear por aí, achei ela melhor para sair à noite por exemplo por ser menos fantasiosa – mas super esquenta, toda de pelinhos dentro, à prova d’água etc. Mas a Moon Boot é genial para o frio e os passeios na neve, parece que tem um degrau interno e é toda acolchoada, então seu pé nem toma conhecimento do que está acontecendo! Fora que também acho ela muito legal visualmente, uma vibe astronauta retrô (que aliás super combina com a Islândia, já que lá parece a lua risos.

. Os casacos: Levei 4 casacos que estava dividindo com minha irmã. Poderia ter levado só um, porque não tem muito o que inventar em termos de look numa viagem dessas, mas de novo, como faz parte do meu trabalho e eu não queria passar 6 dias tirando fotos com o mesmo casaco, encarei a missão de levar uma mala maior para comportar. Um realmente não precisaria, que foi meu peludo da Zara (nem aparece nas fotos, o que já diz muito. Não usei, apesar de ele ser MUITO quentinho, não é à prova d’água e não tem capuz, e esses dois itens são super importantes. A vibe dessa viagem é muito mais esporte / aventura, o peludo é mais arrumadinho / cidade. Os que arrasaram: o verde escuro da Zara que é à prova d’água, tem capuz, pelinhos dentro do capuz e na parte do peito (tipo um colete interno). Fecha com zíper e é show, super quentinho e neutro, esse com certeza vou usar muito também em Londres. E aí para um toque de animação, fui na Primark em busca dos casacos edredom que já tinha visto por lá. Queria dois bem coloridos e diferentes, e escolhi o lilás mais longo e o verde mais curto e mais amplo. Sabia que eles iam ser quentes, porque é como enrolar um edredom em volta de você, o vento não corta tamanha camada!! Mas para itens com preço tão amigo, diria que me surpreendi positivamente. Os dois têm capuz e bolso e o lilás fecha com zíper (prefiro) e o verde com botões (menos vedação).

. A calça: outro item da Primark, esse dica de uma amiga que já tinha ido para a Islândia: uma calça legging toda de pelinhos por dentro, tipo uma legging gordinha. GENTE que sucesso essa calça, usei ela com uma das calças underwear térmicas da Uniqlo (da mais fina) e passei zero frio na perna! Também levei uma jeans e uma de moletom bem quentinha, que usei com a térmica embaixo, mas se quisesse fazer uma mala mais enxuta dava para tirar uma delas.

. Os térmicos: fundamental pensar no underwear térmico, mesma lógica de quando vai esquiar. Meus favoritos sem dúvidas são os da Uniqlo, que tem 3 níveis de aquecimento, vai de quanto você é friorento (lembrando que dentro dos lugares tem bastante aquecimento). Usava sempre uma blusa e uma calça por baixo de tudo, de preferência das blusas de gola alta porque já faz uma camada de aquecimento no pescoço.

. O resto da roupa para o dia: underwear + calça + casacão, fica faltando na minha fórmula do look de frio só um cashmere ou malha de lã bem quentinha. Essa parte é a mais fácil!

. O resto dos acessórios: gorro é ultrafundamental, assim como luva. Tive que comprar uma luva lá, porque a que levei era total insuficiente (uma de lã tipo inverno de Londres, errei muito nessa hahah), mas senti falta daquela luvinha mais fina para usar por baixo, como no ski, que faz uma segunda camada de proteção. O gorro levei meus normais de lã e achei todos ok, até porque tinha o capuz do casaco para elaborar. E por fim, um cachecol, para proteger o pescoço e também o rosto quando está muito vento – minha mãe comprou uma semi balaclava, para cobrir boca / queixo / nariz, também é uma boa dica.

. A roupa da noite: se for sair a pé pela cidade, diria que é tudo igual ao dia. Mas tem também alguns momentos no hotel, e aí dá preguiça de colocar milhões de camadas e casacos só para ir até o restaurante do hotel! Para esses momentos levei uma calça de couro, um tênis de lã da Allbirds que é quentinho, mas bem leve e confortável, e usava com alguma das malhas de lã que serviam para o dia também!

Ufa, acho que falei de tudo! Mas se tiverem mais dúvidas deixem nos comentários que respondo ;)

Mais um Réveillon em Noronha, e como sei que vocês gostam de ideias de looks praianos, aqui estão todos (quase) que usei, tanto de dia, quanto à noite.

Diria que, para o dia / praia, esse ano o ponto alto para mim foram os biquínis de cintura alta – amando esse modelo – e as saídas fluidas, levinhas. Sem falar nos panneaux, aqueles lenços gigantes que dá para amarrar de vários jeitos (já ensinei alguns nesse vídeo aqui). Também amei usar maiôs como body para almoços pós-praia ou jantar.

Meu truque de styling favorito desse Réveillon foi usar lenços e afins no cabelo, tanto para o dia quanto para a noite. Vocês sabem que eu já vinha numa fase laços para arrematar coques / rabos então coloquei eles para jogo na praia e fui além com lenços variados fazendo o mesmo papel. Incrível como dá um MEGA tchans num cabelo que seria nhé!

Para a noite, variei entre vestidos longos e fluidos e outros looks mais curtos (vestido ou shorts de cintura alta com top). Rasteira 100% do tempo, porque em Noronha não rola usar salto – eu na verdade tenho gostado cada vez mais de fazer looks noite zero salto em qualquer viagem de praia, tem tantas rasteiras lindas que não perdem em nada para sapatos de salto!

E é isso. Para ver meu raciocínio para montar malas de verão, tem aqui o vídeo Vic de Rodinha explicando mais!

Olhem só quem está de volta: a série de entrevistas com musas inspiradoras, mulheres que me influenciam, que tem estilo de sobra e muitos truques para compartilhar. Depois da Barbara Migliori (aqui) e da Marina Vicintin (aqui), minha terceira convidada é uma top musa: minha mãe, Suzana Ceridono. Mamãe é mesmo maravilhosa, chique, elegante, moderna, prática, tudo ao mesmo tempo! Não é à toa que faz as decorações de festas mais lindas do mundo ao lado da minha irmã, Luiza, com a Bothanica Paulista (um pouco do trabalho delas aqui).

E não é só a mim que ela inspira — esse papo foi super pedido por vocês. Então vamos lá:

. Peça mais antiga que tem no closet
Um twin-set de cashmere que foi da minha avó. Ele não é de uma cor tão básica — um tom de azul — mas uso muito, desde sempre, no conjunto ou o top e o cardigã separados.

. Roupa/acessório que sai sozinho do armário de tanto que usou nos últimos tempos?
Saia midi cinza mescla de malha. Não me aperta e dá para usar de tênis ou bota, mais ou menos arrumada!

. Como você compra?
90% das coisas compro fora do Brasil, gosto de comprar em viagens, quando estou com mais tempo e a cabeça mais tranquila. Ou quando preciso de alguma coisa. Ou se entro por acaso em alguma loja e adoro o tecido de alguma peça. [comentário da filha: minha mãe e minha irmã não compram roupas com os olhos, e sim com as mãos. É hilário observar elas na loja encostando em tudo e vendo, antes mesmo de saber se a peça é bonita e interessa, se o tecido agrada]

. Como você monta seus looks?
Resolvo na hora de acordo com a temperatura prevista. [falei que ela era prática hahah!]

. Vintage, novo ou um mix?
Mix!

. Como é o seu closet dos sonhos? Falando no espaço mesmo.
Tudo confortável, com bons tecidos… Chão com carpete, com certeza. Mas sem desejos específicos para armários. Gosto de fazer limpezas com frequência, aquele feng shui básico, e me considero uma pessoa relativamente editada.

. Algum item que está na lista de desejos atualmente?
Não existem no Brasil nem no mundo bons tops para quem não usa sutiã. Quando eu achar, comprarei logo 10! [sutiã está entre os itens que mamãe não aprecia, porque aperta e incomoda]

. Melhor cidade para fazer compras e quais as suas lojas preferidas lá?
Londres tem tudo, São Paulo quando preciso, Lisboa porque tenho tempo. As lojas que costumo ir são: Zara, COS, Richards, Souq, Uniqlo, James Perse (aquela de Los Angeles que tem belos algodões a preços estratosféricos)… Mas não me apego muito a marcas, se vejo algo simpático, entro para fuçar e já encontrei coisas incríveis assim.

. Quem são os seus ícones de estilo? E de quem você gostaria de roubar o guarda-roupas?
Nenhum ícone. Já guarda-roupas, gosto de roubar o seu mesmo. Muitos itens! [hahahahah]

. Tem algum acessório que você não tira de jeito nenhum?
Bolsas leves e cinto de couro largo do Ralph Lauren.

. Qual seu truque de styling se tem 10 minutos para se arrumar para uma festa?
Tudo preto e um colar bacana! Ou um brinco enorme. [outro comentário da filha: como vocês sabem, não tenho orelha furada por causa de mamãe e vovó, que também não têm e basicamente não acreditam nessa historia de furar a orelha. Meu gosto por brincos grandes vem super das duas]

. Como é seu look off-duty?
Calça de malha e camiseta Track & Field de algodão.

. Qual foi sua última compra?
Foi uma jaqueta jeans da Zara e uma camisa de linho branca da Souq. Tenho um fraco por camisas brancas.

. Qual acessório e qual peça de roupa você mais está usando nessa estação?
As bolsas leves que falei acima e uma saia de algodão marinho que mandei fazer a partir de uma calça que estava apertada.

. Se tiver mais alguma dica para compartilhar…
Não compre muito! No fim, você usa sempre as mesmas peças básicas e que são confortáveis. E não adianta querer “inovar” e comprar estampado ou amarelo gema se você só usa preto e branco, bege e jeans! Entender seu estilo antes de comprar algo é fundamental. Ah, se tiver algo empacado no armário, tire logo. Sempre mando para o Enjoei as coisas que não estou usando.

Momento Dia de Beauté
. Quais são as maquiagens que não saem do seu nécessaire?
Creme e base Roséliane, da Uriage, que funcionam bem com minha rosácea, lápis preto, corretivo, rímel e batom claro.

. Quais são os profissionais que você frequenta para tratamentos de beleza em geral?
Só dermatologista para tratar minha rosácea. Já passei por várias e por diferentes tratamentos, mas no momento estou com a Clarissa Zaitz .

. Qual a sua loja favorita para comprar produtos de beleza?
Não compro quase nada, ganho de você! Ou aquela farmácia francesa da esquina em St Germain [a famosa City Pharma].

Peças:

  • Moletom oversize com capuz – Zara (aqui)
  • Vestido com drapeado – Rick Owens (aqui)
  • Pochete de couro Energia Rosa – Soleah (aqui)
  • Tênis meia ‘Loop’ – Stella McCartney (aqui)
  • Sandália de couro cruzado – Zara (aqui)
  • Bolsa redonda de palha com couro – Pernambucana da Gema (aqui)
  • Cinto em couro com fivela – Givenchy (aqui)
  • Vestido de linho Ingrid – Egrey (aqui)
  • Jaqueta longa com cinto – Amaro (aqui)

{Fotos retiradas do livro “O Segredo do Guarda- Roupa Europeu, clicadas pelo Hick Duarte e arquivo pessoal}

A noite de ontem foi estrelada com a cerimônia do Golden Globes repleta de looks maravilhosos. Já falamos aqui sobre os favoritos da beleza com os cabelos e makes que eu mais amei do red carpet. E, para complementar, também fiz meu top 5 looks da noite:

Em primeiro lugar, não poderia deixar de ser a Lady Gaga, completamente absurda com esse vestido Valentino lavanda! O modelo era volumoso e elegantérrimo ao mesmo tempo. E o que eu mais achei legal foi a homenagem à Judy Garland, que usou um vestido parecidíssimo quando foi indicada ao Globo de Ouro pelo mesmo personagem de Gaga na versão de 1954 de “Nasce Uma Estrela”.

Gemma Chan é outra favorita da noite que estava de Valentino. Amei os volumes e o corte desse vestido. Super chique!  

E talvez não seja uma coincidência, as minhas outras três favoritas usaram modelos com brilho e uma pegada retrô: Emma Stone diva vintage com um vestido Louis Vuitton, Saiorse Ronan também em uma vibe anos 1920 (pirei nesse vestido Gucci!) e Keri Russell maravilhosa com esse decote profundo com um caimento bem diferente da Monique Lhuillier.

Veja mais detalhes na galeria abaixo! Lembrando que, se clicar, as fotos ficam maiores.

{Fotos: NBC, Steve Granitz, Daniele Venturelli, Kevin Winter, Axelle/Bauer-Griffin | Getty Images}

Muito feliz em apresentar para vocês uma nova seção do Dia de Beauté / Além da Beauté: Vic de rodinha. Para aproveitar que sou “rodinha nos pés” e tenho muita coisa para compartilhar com vocês sobre viagem, e sobre como fazer malas! Pode-se dizer que faço bastante mala nessa vida e acumulei um certo conhecimento no assunto ;)

No primeiro vídeo Vic de rodinha temos várias dicas para montar uma mala de verão – concisa, porém zero monótona! E fiquem de olho que essa semana ainda entra o segundo, com dicas para montar a nécessaire de verão.

Estava há um tempo querendo explorar formatos diferentes de vídeo – nunca vou largar os vídeos caseiros, claaaaro, mas queria ter no mix da #tvbeauté alguns conteúdos mais… Produzidos, na falta de uma palavra melhor. Acho importante inovar sempre e trazer ideias novas né? Espero que gostem!

Um papo randômico nesse fim de ano, já que tivemos alguns vídeos desse tipo ao longo de 2018 que eu gostei TANTO de fazer! Falei sobre minhas metas para 2019, espero que vocês se inspirem a pensar em metas também – acho uma super ferramenta de autoconhecimento, e um exercício especialmente legal de fazer antes do começo de um novo ano ;)

Me apaixonei por Comporta, uma cidadezinha de praia em Portugal que é puro charme, no minuto em que pisei lá em agosto de 2015. Desde então, não passei um verão sem visitar — mesmo que seja só para passar o dia, já dá para reenergizar com a vibe maravilhosa do lugar, que é ao mesmo tempo relax, descolado, chique de maneira rústica e zero pretensiosa… Cool virou uma palavra muito disseminada, e às vezes só de chamar algo de cool já o torna não cool, mas no caso de Comporta é bem isso: lá é muito cool!

As praias são lindas, os restaurantes maravilhosos, realmente um lugarzinho especial nesse mundo. Se quiser um paralelo, pense no casamento entre Jose Ignacio, em Punta Del Este, com Tulum, Trancoso e uma pitada da parte não balada de Ibiza — lá realmente não é um lugar animado, se você quer vida noturna e balada não é a melhor escolha (aí o Algarve é uma boa, veja minhas dicas aqui). Detalhe ótimo: a Comporta fica só há uma hora e pouquinho de carro de Lisboa, perto de Setubal, super tranquilo de chegar. Para quem quiser mergulhar no lifestyle local, o Cacá de Souza, brasileiro embaixador da Valentino há anos e frequentador assíduo do local, lançou o livro Comporta Bliss pela Assouline (aqui).

E, sem mais delongas, aqui estão as minhas dicas da Comporta:

Onde ficar:
Uma opção bem boa por lá é alugar casa, tem várias opções, de tamanhos variados. Precisa ter carro para chegar nas praias, no centrinho e nos restaurantes, então dá para pegar uma casa bacana que não seja exatamente colada no centro, por exemplo. De hotel, fiquei duas vezes no Sublime Comporta, que é realmente especial — da primeira vez já amei, em 2015, aí voltamos no ano seguinte e o hotel estava ainda melhor, depois de uma reforma para expandir. A decoração é hipercool, bem ao estilo Comporta, e o restaurante é bem gostoso, vale ir mesmo sem estar hospedado lá.

Onde ir:
A Praia do Pego é minha favorita, pois sou apegada ao restaurante de lá, o Sal. Ao longo da costa da Comporta você encontra várias praias, cada uma com seu restaurante e sua estrutura para quem quiser cadeira, guarda-sol e serviço. Então o programa é ir para a praia, ficar na vida boa, e subir para almoçar lá pelas tantas. Depois dá para descer de novo e curtir o fim de tarde e o pôr-do-sol, o Sal tem um bar que fica logo ao lado e fica bem legal também nessa hora. Outra praia que gosto é a do Carvalhal com seu restaurante O Dinis.

Aí tem os restaurantes que não são na praia, e que também valem muito a pena explorar. O mais icônico é o Dona Bia, experiência única. Lembro da primeira vez que fomos à Comporta e 101% das pessoas recomendaram, então fomos né, claro. E foi algo assim: fizemos reserva, chegamos lá e tinha 2h de espera, porque a reserva não garantia o horário, e sim a chance de jantar lá aquele dia. Aí esperamos, afinal TODO mundo recomendou, e só posso dizer que nossa, realmente valeu a pena!. Outro restaurante bem bacana é o Cavalariça, que fica num antigo estábulo, super descolado e delicinha.

Compras:
Confesso que nas minhas idas à Comporta não estava muito no clima de entrar em lojas e fazer compras, mas pesquei algumas dicas de lugares beeem legais e que valem a visita se você estiver nesse mood: Rice, Lavanda, Vintage Department e Casa da Cultura.